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Quando eu era adolescente e me encantei com a liberdade de Brida, personagem de Paulo Coelho, pensei nisso. No auge do U2, ainda sob a sombra da luta armada naquele país indócil (lembram que ontem indiquei Rebellion e que o motorista socialista de Downton Abbey era irlandês?), nem sonhei em sugerir o país para um intercâmbio. 

Depois, curiosamente, o padre que oficiou meu casamento foi um irlandês, ex-professor universitário lá que mudou para o Brasil onde se dedicava às ações sociais e que acabou aumentando minha simpatia pelo local.


Nos últimos anos a Irlanda voltou a me surgir na “timeline” porque vários conhecidos fizeram intercâmbio lá e um amigo migrou recentemente.

E há necessidade de mão de obra especializada naquele país europeu, sabiam?


Para atender à crescente demanda por profissionais da área de tecnologia, o governo irlandês lançou a campanha Tech Life Ireland, buscando atrair estrangeiros qualificados. É uma ótima oportunidade para brasileiros que buscam um lugar com mais qualidade de vida para viver com a família.


O país tem uma base de nove das dez melhores empresas de Informação, Comunicação e Tecnologia, como Facebook, Google, LinkedIn, Twitter, Apple e IBM, e desde 2012 o setor é um dos que mais contrata talentos vindos de outros países. Anualmente, a previsão é de que a Irlanda gere cerca de oito mil empregos nessas áreas.

Acesse o site da campanha para saber mais techlifeireland.com.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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