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Partindo do do movimento internacional #GivingTuesday, uma campanha brasileira busca promover a solidariedade e a cultura de doação no país. A iniciativa foi criada o ano passado pelo Movimento por uma Cultura de Doação, uma coalização de organizações e indivíduos que estão envolvidos nessa causa.

Como surgiu?
Muita gente se mobiliza para as festas de final de ano, e o Brasil já importou dos Estados Unidos a data que marca o início das compras de presentes com um dia de descontos chamado Black Friday.

Para fazer contraposição a essa data, o Movimento por uma Cultura de Doação criou o #DiadeDoar. É uma celebração à importância do fortalecimento da democracia por meio de doações para organizações da sociedade civil, lembrando que já é um costume, para muitas pessoas, fazerem doações no final do ano. A primeira edição ocorreu no dia 30/11/2013.

Crescimento em 2014:

A meta em 2014 é alcançar 1000 organizações cadastradas com ações concretas para o dia, 25 cidades com equipes voluntárias engajadas e pelo menos 200 embaixadores de redes sociais (gente que ajuda a divulgar a iniciativa) em 20 países que atuarão em conjunto, no mesmo dia.

Como participar?
O #DiadeDoar é uma campanha que encoraja que cada um organize sua própria iniciativa. Você pode, por exemplo, juntar seus amigos e criar uma campanha para arrecadar alimentos, dinheiro ou sangue. Pesquise na internet outras iniciativas que usam poucos recursos. Seja voluntário em organizações de sua comunidade. Ideias não vão faltar!

Você pode utilizar a marca e materiais da campanha #DiadeDoar gratuitamente, mas desde que esteja alinhado com as ideias da iniciativa. Os organizadores apenas pedem que você registre sua ação no site da campanha. Você pode compartilhar fotos, textos, depoimentos, vídeos, seu papel (líder, apoiador, participante), o que foi arrecadado, quanto foi arrecadado, se já fez isso antes, e se sim, quais os resultados anteriores. Use a a hashtag #diadedoar.

Conte sua história de como você fez a diferença neste dia.

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Escrevi este post enquanto estava no lançamento do livro Voluntariado Digital da Fundação Telefônica Vivo e ouvi Beth Kanter cutucando a plateia afalar dos #slacktivists (pessoas que clicam e curtem, mas não doam $ para causas). Segundo estudos que ela apresenta, não devemos descartá-los porque eles se tornam doadores engajados depois e fazem um trabalho de divulgação extraordinário. Claro que ela citou o #icebucketchallenge, o desafio do balde de gelo e aposto que você já lembrou de outros projetos de ativismo de sofá!

Mas isso tudo funciona e a partir do atingimos digital, se reunido, as pessoas descobrem que podem fazer mais.

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Quer ver como todo mundo pode fazer algo pelo outro e como o digital facilita as coisas mais exóticas? Me divirto com esses exemplos do Bliive citados por Lorrana Scapioni (fundadora da plataforma de voluntariado digital).

“Tem muitas pessoas oferecendo atividades bem diferentes. Tem gente que ensina a coreografia do Single Ladies, a pular corda como o Rocky Balboa, tem gente que oferece para arrumar a bagunça do quarto. Tem uma que eu achei muito interessante que era alguém oferecendo uma opinião de um terceiro desinteressado – todo mundo da família e dos amigos já tem uma opinião formada, ou seja, ele estava oferecendo uma opinião com imparcialidade. As pessoas são muito criativas e o que é legal do Bliive é que muitas das coisas que são oferecias lá você não encontraria no mercado normal, pagando. Por ser colaboração, acho que as pessoas entram mais na vibe de criar coisas diferentes.”

 

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Quem aqui começou #slacktivist e depois se tornou doador e voluntário real?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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