Inverta do jeito certo

Um dos seriados que mais gosto atualmente é Mad Men, uma “novelinha” que passa na New York do começo da década de 1960 e retrata com muito detalhamento e acuidade a vida cotidiana da época. Cada vez que vejo um novo episódio duas coisas me chamam atenção: notar que até os “criativos” eram quadrados no seu pensamento sobre a sociedade e, em segundo lugar, perceber como as mulheres inverteram a sociedade a partir de conceitos muito básicos que elas traziam do uso dos objetos e da observação das pessoas.

Mas para chegar neste ponto de liberação (a história se passa na transição da sociedade tradicionalista para as ondas de mudanças comportamentais que varreram o mundo no final da década de 1960), noto que as donas de casa, da mãe de Peggy Olson à Betty Draper, as norte-americanas tiveram a sorte de ter à sua disposição muitos “assistentes domésticos” para poder mudar sua rotina de vida e ganhar novos espaços na sociedade com o tempo que sobrava.

Lembrei muito destes exemplos quando vi a proposta da campanha Inverta do Jeito Certo da Panasonic convidando a “brincar” com as possibilidades de inversão ao perguntar O que você inverteria?.

Eu vivo uma vida que muita gente considera invertida para minha geração – fui noiva quando ninguém fazia isso, casei cedo, demorei para ter filhos, larguei o trabalho para ficar com eles antes disso ser “comum”, trabalho de casa há mais de uma década em homeoffice, contrato pessoas em homesourcing para minha empresa por crer que O Mundo É Plano…. inversão é o que não falta aqui.

🙂

Eu rio de mim mesma e das loucuras do cotidiano misturando casa, filhos, trabalho e sociedade com o marido e se pudesse participar do  concurso  cultural  “Essa  eu  inverto” teria fotos e  vídeos  descontraídos  sobre  inversões  equivocadas e acertadas  do  dia  a  dia.

E se você ficou com vontade de participar, mas está sem ideias ou não se acha engraçado o suficiente, que tal se inspirar nesta participação cidadã que vi no hotsite? Tem muita coisa que a gente inverteria por aí, não é mesmo? Corre lá!

O que seria de mim sem os eletrodomésticos que facilitam minha vida? Eu jamais conseguiria ser multitarefa!

Pense na sua vida sem os gadgets de donos de casa (porque homem quando acostuma a comprar equipamentos para casa, é muito mais early adopter e heavy user que mulher né?) e descobrirá que você já é uma pessoa positivamente invertida pela tecnologia no lar e possivelmente não sobreviveria na sua correria sem produtos que unem inteligência e menor consumo de energia.

Falando em design, gostei do resultado da equação tecnologia X design que os refrigeradores da linha Inverter da Panasonic têm: o consumo de energia é “classe A” graças à sua nova tecnologia, que otimiza o funcionamento do motor, poupando energia. Além de ter o congelador na parte de baixo, quem quiser pegar só vegetais ou bebidas não abre tudo, diminuindo a troca de ar refrigerado com o ambiente.

E se você ficou com vontade de participar, mas está sem ideias ou não se acha engraçado o suficiente, que tal se inspirar nos exemplos que estão publicados no site? Tem muita coisa por aí que a gente inverteria, não é mesmo? Corre lá!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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