Impacto do Facebook e do Twitter nos consumidores

“Um novo estudo mostra que aqueles que são fãs ou seguidores de uma marca no Facebook ou no Twitter são significativamente mais propensos a comprar produtos e serviços ou recomendaria a marca para um amigo.”

Mashable

Na semana passada eu comecei uma palestra sobre mídia social numa multinacional tocando exatamente neste ponto: a importância da presença consistente da empresa nas redes sociais. O estudo citado no Mashable, feito por Chadwick Martin Bailey e iModerate Research Technologies concluiu que os consumidores estão 67% mais propensos a comprar das marcas que seguem no Twitter e 51% mais propensos a comprar de uma marca que seguem em Facebook. Para completar, são 79% mais propensos a recomendar a um amigo que siga a marca no Twitter e têm 60% mais chances de fazer o mesmo no Facebook.

Claro, eu só sigo no Twitter ou Facebook marcas das quais gosto, por isso eu recomendaria, né? Verdade, mas o estudo é um ponto de partida para mostrar às marcas que investem – ou não – na sua presença online efetiva que vale a pena manter a coisa ativa. O motivo principal é que o estudo também confirmou que muitos consumidores têm percepções negativas de marcas que não estão usando a mídia social.

A conclusão? A mídia social está se tornando uma vantagem competitiva para aqueles que estão participando e uma fraqueza cada vez visível para aqueles que ainda não aderiram.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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