I’m a Barbie Girl

Minha visão das Barbies se confunde com a desta música do Aqua, a idéia de um mundo de plástico no qual a Barbie é uma garota que pode ser manipulada e conduzida conforme a vontade de sua (seu) dona(o). A boneca, que é muito comemorada em seu aniversário de 50 anos, não tem nada a ver com o estilo de mulher que vejo no mundo real (nem a retratada na pesquisa do Ibope). Que bom, né? Por conta desta diferença de mundo real e plástico, se eu fosse mãe de menina, fico em dúvida se daria bonecas assim para minha filha. Mas a afilhada já ganhou algumas Susis compradas por mim… no fundo não serão a mesma coisa?

Quem sabe eu passo na  exposição Museu Encantado Barbie no Shopping Cidade Jardim e, conhecendo os 500 modelos do colecionador Carlos Keffer(que tem raridades como o primeiro modelo da Barbie de 1959), posso confirmar ou alterar minha opinião? São sete salas temáticas – 50 Faces, Vintage, Fashion, Luxo/Noivas, Cenas da Vida, Astros & Estrelas e Planetário – contando a história e universo da boneca. Se isso não bastar, posso me aprofundar no dossiê que o blog Apê da Mix fez e eu descobri nos feeds compartilhados de @lumakimura.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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