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Conheci How I Met Your Mother em 2012, indicação de um amigo, e adorei de cara, talvez porque ainda fosse uma órfã de Friends e porque o seriado me mostrou um pouco da cidade que eu conheceria naquele mesmo ano: Nova Iorque. Sou do tipo que faz maratona de seriados, então não estranhe se você me apresentar uma nova série e em duas semanas eu já ter assistido, por exemplo, as duas primeiras temporadas 🙂


Gostei de HIMYM desde o primeiro episódio, mesmo não indo muuuuuito com a cara de Ted, o protagonista que em 2030 decide contar para seu casal de filhos como conheceu a mãe deles. Mesmo a série já tendo terminado, eu sou contra spoilers e por isso só vou dizer que quando o primeiro episódio termina, fica claro que a história de como Ted conheceu a mãe de seus filhos não é tão curta assim. E é isso o legal da série, porque afinal tudo o que fizemos e todas as pessoas que conhecemos resulta no que somos hoje, não é mesmo?

How I Met Your Mother estreou em 2005, teve nove temporadas e teve um fim que foi amado e odiado por muitos, sem meio termos. 


Você acha as oito temporadas no Netflix, só falta a última e como estou revendo o seriado, espero que em breve a nona temporada seja lançada por lá <3

Não consigo escolher um personagem predileto, acho que tenho (temos?) um pouquinho de cada um. Ted e o seu jeito (às vezes irritante) de acreditar no amor, Lily e Marshal e suas convicções sobre amor (principalmente sobre casar com seu melhor amigo), Robin e sua mania de querer esconder sentimentos (sim, eu tenho esse lado :P) e Barney com sua criatividade bizarra. 

Em dois anos, assisti as nove temporadas e aprendi algumas lições preciosas em How I Met Your Mother:

– Nada de bom acontece depois das 2 da manhã


Depois desse horário, vá dormir. É provável que você se arrependa das decisões que você tomar depois das 2 da manhã.

– Nunca perca a esperança


A busca de Ted pela mulher de seus sonhos é uma coisa que às vezes até irrita, mas durante toda a série aprendemos que a esperança não pode acabar nunca 🙂 E que lutar pelo o que se acredita, vale a pena.

– Todos nós temos bagagens emocionais


E não adianta achar que a minha é maior ou menor que a do outro ou mais ou menos importante. Pode ser uma ex-namorada, pode ser a família complicada, pode ser o “fui abandonada no altar”, pode ser algo ridículo que você tenha feito no passado. Não precisamos procurar algum com bagagem menor ou sem nenhuma bagagem, só precisamos encontrar alguém que te dê a mão e ajude a dividir a bagagem é o que vale <3

– Com seus amigos do lado tudo é: Legen… wait for it… dary! Legendary!


Em nove anos, eles mudaram muito, aprenderam, se relacionaram, quebraram a cara, amadureceram e sempre estiveram juntos apesar dos altos e baixos.

– Aproveitar a jornada é o que realmente importa


O final da série dividiu muitos fãs, mas não tem como negar que a jornada desses cinco amigos foi maravilhosa, não é mesmo? Acho que a maior lição é que a vida não é perfeita, não é um conto de fadas. Não podemos deixar de ter esperança, é claro e também não precisamos nos cobrar tanto, as coisas podem e devem ser leves e divertidas 🙂 

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Sara Martinez, 30 anos, jornalista, cristã, “mãe” do cachorrinho Billy. Escreve sobre o amor que sente por São Paulo no @pelocentro, onde compartilha dicas da cidade juntamente com sua irmã. Gosta de desenhar palavras coloridas no @fasesinfrases. É maratonista profissional de seriados no Netflix, inscrita em mais canais do que consegue assistir no YouTube e leitora apaixonada. No Twitter e Instagram: @sarafcmartinez.

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