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A TV Cultura está apresentando a versão inglesa de #houseofcards que na década de 1990 foi premiada por seu roteiro e inspirou a série original da Netflix. 

A versão, apesar do sotaque (risos) e dos recursos da época (é de 1990), é bem interessante é parecida com o roteiro que nos vicia com Robin Wright e Kevin Spacey.

A série da BBC tem um glamour à parte: é protagonizada pelo ator e fundador da Royal Shakespeare Company, Ian Richardson (1934-2007). 

Em qualquer verdao, House of Cards é um delicioso conto de ganância, corrupção e ambição desenfreada.

A trama narra a história de Francis Urquhart, um membro do parlamento britânico que sonha com o poder. Impecavelmente diplomático, charmoso, admirado, confiável e respeitado por todos, ele se torna um vilão de coração negro com sorriso no rosto, que compartilha com os telespectadores seu humor sardônico e pensamentos mais íntimos.


Numa disputa com outros parlamentares, jornalistas e publicitários, ele pretende fazer seus adversários caírem um por um, retratando disputas movidas por amor e, mais frequentemente, por interesses, o que compõe um ambiente de intrigas, traições, maldades e assassinatos.

Composta por três temporadas – O Original, Jogos com o Rei e Corte Final –, a série totaliza 12 episódios de aproximadamente 55 minutos cada. Além de Richardson, o elenco conta com nomes como Susannah Harker, Miles Anderson, Alphonsia Emmanuel, Malcolm Tierney, Isabelle Amyes e Kenny Ireland. A direção é assinada por Paul Seed nas duas primeiras temporadas. Já a última fase é dirigida por Mike Vardy.

E para quem perdeu na TV aberta, essa versão também está no catálogo brasileiro da Netflix.

😉


Agora se você é do time que mal vê um filme ou série e já vai buscar o livro, se liga: a Benvirá tem a versão brasileira da obra de Michael Dobbs que inspirou as séries com a história na qual inttigas pessoais e políticas fazem a vida privada se confundir com a pública na voz de personagens tão assustadores quanto reais. 

Uma leitura interessante e recomendada neste momento da nossa história política, concordam? 


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