Que tal brincar de carrinho com seus filhos? (por @anacarolsh)

workshop hot wheels

No dia 12/03 tive a oportunidade de participar de um encontro de mães oferecido pela Mattel sobre a importância paras as crianças (e mães!) de brincar de carrinhos. Confesso que esse assunto particularmente me interessou muito porque sempre gostei de carrinhos, desde criança, e hoje meu filho Heitor (de 5 anos) brinca com alguns deles graças à minha mãe que os guardou com todo o carinho.

Foi um bate papo com a Dra. Regiane Glashan, especialista em terapia para bebê, criança e adolescente, professora da Universidade Federal São Paulo, Mestre e Doutora em Biologia Molecular e Pós-Doutora em Fisiologia pela UNIFESP. A convite da Mattel, ela respondeu as dúvidas de todas as mães convidadas envolvendo mães, filhos e carrinhos. E foram muitas!

Mãe e filho começam o “jogo do brincar” desde a gestação, naquela ultrassonografia ou nos chutes na barriga, depois com as risadinhas, mordiscadas na hora da mamada e até na fala infantil. Brincar faz parte da constituição infantil, ajuda a conhecermos o temperamento da criança, é aprendizado e elaboração entre o mundo interno e externo dela. Criança que brinca é mentalmente e fisicamente saudável, afirma Dra. Regiane.

A brincadeira tem que respeitar a faixa etária da criança. Com os bebês (0 à 2 anos) ela é mais sensorial e motora, já nos maiores (3 à 6 anos) ela é representativa e simbólica, é quando a criança se identifica com personagens, e só a partir dos 7 anos ela consegue brincar de forma mais organizada.

Imaginação, é apenas isso o que a criança precisa. A brincadeira com carrinhos ajuda a criança a desenvolver seus potenciais e inteligências, assim como valores éticos e morais, aproximam os pais/mães do mundo mágico dos filhos, ajuda as mães à entrarem no universo masculino da mesma forma que elas contribuem com um “tempero” feminino e mostram para a criança outras formas de brincar.

E por que muitas mães tem dificuldade em brincar de carrinhos com seus filhos? Segundo Dra. Regiane, muitas dizem que é falta de hábito, não sabem nem como começar, algumas dizem não parecerem espontâneas e há ainda quem acredite que isso pode confundir seu “papel familiar” e que é uma brincadeira apenas entre pai e filho. Nada disso. A mãe quando brinca de carrinho com seu filho dá um tom diferente, mais suave, porém, não menos divertido. “Por exemplo, quando a mãe está numa disputa de carrinhos com seu filho, seu movimento corporal é diferente de um homem. A mulher tende a usar mais o espaço, fazer movimentos mais amplos e dar um colorido diferente à brincadeira”, conclui Regiane.

Por isso mães, vamos fazer mais “vruuuummmm” com nossos filhos!!!

Ana Carolina S Hassenpflug

Ana Carolina Seckler Hassenpflug (@anacarolsh), mãe de Helena (9 anos) e Heitor (quase 6 anos), foi colaboradora voluntária do Mãe com filhos no Workshop Hot Wheels.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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