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“A igualdade entre os gêneros é fundamental para o desenvolvimento e a produtividade econômica. A questão também envolve meninos e homens. Os homens não perdem nada quando os direitos femininos são promovidos. Ao contrário, estudos indicam que relações equilibradas são boas para as mulheres, homens e famílias. A Lei Maria da Penha não é uma legislação contra eles, mas por um futuro melhor para todos”
Deborah L. Wetzel

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“Uma em cada cinco mulheres brasileiras consideram já terem sofrido violência dentro de casa. Em 80% dos casos, os agressores são namorados e maridos.”

Os dados são reais e recentes, infelizmente. Divulgados no Mapa da Violência 2012 – Homicídios de Mulheres no Brasil, indicada como a mais completa e recente pesquisa sobre o tema. Os números nos mostram que, a despeito das recentes conquistas femininas, muitas brasileiras ainda enfrentam um cotidiano de medo, violência e sofrimento.

Realidade dura que devemos combater. Mas como?

Falar sobre o tema ajuda muito. Tirar da invisibilidade a violência doméstica é uma necessidade e para isso eu, você, todos temos algum papel a desempenhar seja falando sobre o absurdo que é a violência ainda ser uma forma de “educar”, sobre os direitos das pessoas dentro do contexto da família e sobre as alternativas para denunciar e escapar da espiral da violência doméstica silenciosa.

As fotos deste post, parte da campanha Homem de verdade não bate em mulher, são uma iniciativa, mas ela ganha valor quando nós reverberamos. Mas vale lembrar que a violência tem um ciclo e a verdadeira luta é contra a violência doméstica, não importa quem está agredindo ou sendo agredido.

Ajuda muito contar com personalidades masculinas – entre as quais os atores Cauã Reymond, Gabriel Braga Nunes, Thiago Fragoso, Rodrigo Simas e o judoca Flavio Canto – que aceitaram posar empunhando um cartaz com a mensagem da campanha e aproveitar este “viral” para combater o estigma de que a Lei Maria da Penha, promulgada em 2006, é uma legislação contra os homens.

Vejo muitas empresas grandes apoiando projetos de empoderamento feminino e gostei de saber que as iniciativas de gênero representam 60% dos projetos financiados pelo Banco Mundial no Brasil, sendo que cada projeto apresenta pelo menos um componente voltado para beneficiar as mulheres do local onde será implantado. O BM também apoia a divulgação no País da Lei Maria da Penha por meio de uma parceria com a Procuradoria Especial da Mulher da Câmara dos Deputados, objetivando ampliar a atuação da Procuradoria nos Estados e aumentar a percepção da Lei no Brasil. Uma das importantes iniciativas é o Primeiro Concurso de Curta Documentário sobre a Lei Maria da Penha  que tem premiação marcada para 05/03, com trabalhos traduzidos para inglês, francês e espanhol e divulgados pela rede de parceiros do Banco Mundial no Brasil e no exterior.

E você também pode fazer algo!

Há um convite para que os internautas se engajem através das mídias sociais, postando uma foto segurando um cartaz com a mensagem HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER com a hashtag #souhomemdeverdade

Cauã Reymond na campanha homem de verdade não bate em mulher

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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