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Depois de visitar o Chile, Hillary Clinton, uma das personalidades mais influentes da política internacional, visita o Brasil nesta semana. E a presença da mulher à frente da diplomacia dos Estados Unidos é um acontecimento marcante, temos que concordar.

No melhor estilo estadunidense – e lembrando o jeito do seu marido, Bill Clinton – Hillary reservou espaço na agenda para encontar universitários de São Paulo num debate inédito promovido pelo consulado americano e mediado pelos jornalistas William Waack e Maria Beltrão. Claro que, como são âncoras do canal Globo News, o encontro terá cobertura exclusiva, que vai ao ar na hoje às 21h.

Mas o significado do encontro, que contou com a presença de 800 pessoas (alunos da faculdade, ONGs, instituições de educação, empresários e representantes do governo) é deixar claro qual será o rumo das relações entre Brasil e EUA. Temas como a entrada de brasileiros nos Estados Unidos, política internacional (Irã e afins), educação pautaram a “conversa”, na qual Hillary afirmava estar “contente por visitar o  Brasil representando o governo do presidente Barack Obama“.

Para realçar o lado multirracial da visita e do governo Obama, o encontro aconteceu na Faculdade Zumbi dos Palmares. E teve participação de expoentes desta luta em nosso país, como o ator Milton Gonçalves, que gravou uma pergunta, respondida pela Secretária de Estado de forma que sintetiza sua mensagem aqui:

“Tenho orgulho do progresso que os EUA realizaram nos últimos 50 anos. Modificamos e transformamos as leis para terminar com a discriminação. Não posso dizer que o racismo acabou, mas já realizamos muitos progressos. A eleição de Barack Obama foi muito significativa neste sentido”.

P.S. Para quem eventualmente não conhece: a Faculdade Zumbi dos Palmares afirma em seu site que “tem por missão a inclusão dos afrodescendentes no ensino superior, viabilizando a integração de negros e não negros em ambiente favorável à discussão da diversidade social, no contexto da realidade nacional e internacional”.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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