Google Chrome (e outros)

Para quem é blogueiro eu vou chover no molhado, mas como tenho vários leitores queridos que não são geeks, não deixarei de comentar e contar da minha experiência. Ontem o Google lançou um navegador de internet, o Google Chrome. É gratuito, pode ser baixado em poucos minutos e não exige um perito para instalar. 

As vantagens sobre o Mozilla Firefox, browser favorito dos geeks, não são claras. É bem mais leve, a navegação fica umas 4 vezes mais rápida e – ponto para ele! – não travou meu computador nenhuma vez. Mas ele não tem plugins.  Plugins são uns complementos que instalamos no navegador, como a barra de buscas google ou yahoo e o FF tem muitos deles, ótimos, úteis (como a pesquisa google a um clique e o bookmark do delicious a outro), bobos, superfluos, mas todos legaizinhos. 

Se eu usasse o Internet Explorer (e não uso, exceto no computador dos meninos porque tem um filtro para os pais que eu acho bom), eu migaria para o Chrome.

O visual é limpo, ele é rápido e quando se abre uma nova aba ou janela não fica uma tela branca, aparecem miniaturas das últimas páginas visitadas. O histórico fica intuitivo. E o usuário de IE é intuitivo, acostumou-se às ferramentas do Windows e reage de forma automática (sistemática?!) aos botões. 

Para quem gosta de novidades e quer testar, tem outros dois browsers que eu experimentei neste ano. O Opera, que é antigo mas está na moda porque dizem ser o favorito para mobile (navegação em internet por celulares e smartphones) e o Flock (dica do @cabianca), que se diz o social web browser, um navegador especializado em redes sociais, porque oferece interface simplificada com algumas redes como flickr e facebook. 

E como o blog é social web, contem aqui qual seu navegador favorito, com os prós e contras! 🙂
A historinha da criação de um Open Source Browser é bem bonitinha e pode ser lida aqui, em quadrinhos (em inglês). Dica do @alessandro_M. 

[update] Outras opiniões sobre o chrome:
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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