Geração Coca-Cola e muito mais de Renato Russo

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Por conta do julgamento do #casoisabella o programa não foi ao ar na sexta, mas no sábado Serginho Groisman recebeu no Altas Horas os ex-integrantes da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, que não toavam juntos desde meados de 1994/95. Para acompanhar Dado e Bonfá, contaram com os músicos uruguaios Mateo Moreno, no baixo, Guzmán Mendaro, na guitarra, e nos teclados Gustavo Montemurro.

Não vi o programa (este papo de começar altas horas e sem hora definida me perturba um pouco), mas a assessoria me mandou fotos e relatos do encontro no dia da gravação (26/03).

Crédito das fotos: TV Globo / Mila Maluhy
Crédito das fotos: TV Globo / Mila Maluhy

Outros artistas que foram influenciados pela música de Renato Russo, como o vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino (que cantou “Pais e Filhos”) e Dinho Ouro Preto, amigo dos músicos desde a década de 1980, que cantou Geração Coca Cola – detalhe que foi sua primeira apresentação após o acidente que sofreu em novembro do ano passado, em um show em Minas Gerais. André Gonzales, vocalista da banda Móveis Coloniais de Acaju, cantou Tempo Perdido.

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Domingo foi o Senna, neste sábado será a data de marcar os 50 anos de nascimento de Renato Russo. O cantor e compositor, que foi tão marcante na minha geração, será homenageado pelo programa Sarau (da Globo News) hoje a partir das 23h30.

Chico Pinheiro recebe o ex-Legião Urbana Dado Villa-Lobos, o cantor Dinho Ouro Preto, o jornalista e crítico Arthur Dapieve e o ator Bruce Gomlevsky – que interpretou Russo no teatro – para relembrar momentos marcantes da carreira do ídolo. Lembranças como a noite em que Renato escreveu, sozinho, a letra completa da longuíssima Faroeste Caboclo, deixando todos os amigos impressionados.

E para matar a saudade dos fãs, Dinho, do Capital Inicial, e Dado Villa-Lobos cantam as principais músicas de Renato Russo. A dupla aproveita para relembrar alguns momentos vividos ao lado dele, na juventude. Dinho conta que ele e Dado não imaginavam que um dia se profissionalizariam na música, mas que Renato, ao contrário, sempre teve a certeza de que aquilo era mais do que um passatempo, de que se tratava de uma escolha para a vida toda.

O Renato Russo e o Legião que eu conheci, aos 13 para 14 anos, era este que se vê no vídeo de Indios:

E aprendi a amar com Quase sem querer

E eles eram assim:

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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