destaque / mobilidade

Young drivers are taking risks behind the wheel of their parents’ cars – which many borrow without asking – including speeding, using mobile phones, and drink driving.
Tenho um filho na contagem regressiva pelos 18 anos. É questão de meses! Avaliem meu coração!

Logo ele poderá fazer tudo, inclusive dirigir por aí!

Por esse motivo, conteúdos relacionados ao tema passaram a chamar minha atenção.

Um exemplo é este: a Ford Europa promoveu uma pesquisa para saber como os jovens se comportam ao dirigir o carro dos pais.

O estudo mostrou que:

  • 39% admitem andar acima do limite de velocidade,
  • 27% usam o smartphone para fazer ligações, enviar mensagens ou tirar selfies ao volante
  • cerca de 6% dirigem depois de beber.

O resultado chama atenção não só porque os acidentes de trânsito são hoje a principal causa de mortalidade de jovens na Europa, mas também devido ao fenômeno social conhecido como “geração bumerangue”.

Por questões econômicas, quase metade dos jovens de 18 a 29 anos da região volta a morar na casa dos pais depois de terminar os estudos.

(A pesquisa envolveu 5.000 motoristas de 17 a 24 anos na França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido)

No Brasil, os motoristas que mais se envolvem em acidentes de trânsito também estão na faixa de 18 a 34 anos.

A empresa viu crescer a popularidade da chave MyKey, tecnologia que aumenta a tranquilidade dos pais ao emprestar o carro para jovens com pouca experiência de direção. O recurso, antes oferecido somente em modelos de luxo, como Fusion e Edge, hoje também é item de série do Focus e está disponível em versões do New Fiesta, EcoSport e Ranger no Brasil.

A chave MyKey é, na prática, uma chave reserva que pode ser configurada para o carro só funcionar dentro de limites determinados. A programação é feita por meio da chave principal e dos controles na tela do sistema de conectividade SYNC. Ela permite limitar a velocidade máxima e o volume do som, disparar alertas sonoros de velocidade e impedir o desligamento dos sistemas de assistência ativa, como os sensores de estacionamento e o controle de estabilidade e tração. Além disso, bloqueia ligações telefônicas e desabilita totalmente o sistema de som se os ocupantes não estiverem usando o cinto de segurança.

Para mim, assustou o fato de que estamos, mais uma vez, criando reformas para controlar nossos filhos. E numa nova bolha “classe média”, aquela que discutimos tanto…

Será o certo? 

Jim Graham, gerente do Programa de Educação para o Trânsito da Ford Europa, justifica:

“O fato de os jovens voltarem para a casa da família, ou nunca terem saído de lá, pode levar a atritos com os pais, já que não são mais crianças. Eles enxergam o carro da família como um passaporte para a liberdade, um meio para participar das atividades sociais. Mas, para a sua própria segurança e de outros usuários das ruas e estradas, é preciso ter certeza de que estão dirigindo de modo responsável, principalmente ao guiar um carro mais potente do que estão acostumados.”

Quem tem filhos mais velhos do que os meus pode, por favor, opinar e me contar como essa fase funciona atualmente? Ter liberdade de ir e vir e acesso ao Uber se passar da hora já não dá liberdade suficiente aos 18?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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