Gamei no Chevrolet Agile

agile samegui mãe na direção

Não é um publieditorial para a GM, mas se fosse, seria dos mais apaixonados. E suspeitos, porque quando a gente gosta de uma coisa, fica complicado falar mal, né?

Fui convidada a passar uma semana usando o novo modelo da Chevrolet, o Agile, usando os recursos dele para meu dia-a-dia. Quando me chamaram, como eu não tenho blog de automobilismo, até brinquei com @babifranzin que era porque queriam saber como o carro se comportava com uma mãe de família usando-o. Quem tem filhos pequenos sabe que a gente carrega “um mundo” de tralhas no carro e, quando são da idade dos meus, ainda tem que caber os boosters e o revestimento tem que aguentar muitos pézinhos!

O carro tem mais ou menos a minha (pouca altura), mas por dentro parece enorme!
Coisinhas geeks: som com MP3, entrada USB e Bluetooth!

O carro respondeu super bem a estes impasses de mãe. O espaço no banco de trás é excelente – temos um Polo, que não é um carro tão pequeno e mesmo assim surpreendeu – e confortável até para adultos. No final de semana em que ele estava comigo fui a um evento de mídia social e dei carona para 4 pessoas, mesmo com dois homens altos como passageiros creio que todos ficaram confortáveis.

Na parte interna tem pontos a favor: a capacidade do porta-malas de 327 litros (dizem ser o maior entre os concorrentes),  painel com luz azul (sobre o painel, ele é bárbaro, amei o computador de bordo!) e o rebatimento do banco do passageiro da frente e de parte do banco traseiro. Traduzindo: dá para levar uma bagagem comprida, como uma prancha de surfe para viagens à praia, ou o tapete da sala enrolado para ser entregue ao tintureiro. 😉

Aqui tem as explicações do funcionário da GM sobre o Computador de Bordo:

Neste sábado em que andei uns 80km por São Paulo dois itens do veículo foram especialmente úteis: o ar condicionado digital (que “regula a temperatura) e o GPS que já vem integrado ao painel no modelo mais luxuoso. Tenho um GPS com software Garmin (e um no celular também) e confesso que achei o da GM menos falante, menos óbvio nas suas instruções. Com mais tempo eu teria aprendido a programa-lo para fazer também caminhos mais diretos (seguindo-o, só para testar, dei uma volta imensa para ir da Paulista à Moema, indo até a Jucelino, quando podia ter acessado a Av. Ibirapuera pela 23 de Maio, imaginem!).  Mas meu GPS fica no vidro e este tinha um compartimento perfeito, já com fio do carregador escondido e podia ser guardado quando não estivesse em uso. 😉

Aliás, os espaços para porta-trecos são ótimos. Segundo a imprensa especializada (não contei, confio nos colegas jornalistas) são 27 porta-objetos para guardar copos, garrafas e revistas, entre outros trecos, além do tal compartimento para esconder o GPS na parte central superior do painel. Em familia achei muito simpático ter quatro espaços de porta-copos que usamos para nossas garrafinhas de água – somos quatro, ficou perfeito e super à mão.

O carro tem mais ou menos a minha (pouca altura), mas por dentro parece enorme!
O carro tem mais ou menos a minha (pouca altura), mas por dentro parece enorme!

E detalhe para quem é um tipo mignon como eu – jeito delicado de falar que sou muito baixinha, com 1,50m – está no banco: apesar de o Agile não ser mais alto que o Fox (tem 1,47 metro de altura contra 1,54) ele tem um mecanismo de ajuste da altura do banco eleva o condutor para uma posição mais alta e inclinada para frente, aumentando o ângulo de visão da pista. E, por outro lado, fica super confortável para os altos, como contou o Gui (meu marido, que tem 1,80m) neste vídeo.

E se você gosta de saber mais detalhes automotivos, vejamos os que me chamaram atenção: testei a versão LTZ (à venda por pouco mais de 40 mil reais), com câmbio manual e motor 1.4 econoflex com 102 cv de potência no álcool e 97 cv com gasolina. A arrancada é boa, não me deixou na mão nem nas subidas terríveis da Vila Madalena e foi tudo bem nas ultrapassagens e retomadas de velocidade – não testei na estrada, infelizmente. Como viram no video do computador de bordo, o consumo urbano é de 12,1 km/l com gasolina e 8,4 km/l com álcool (dizem que o desempenho na estrada é de 16,2 km/l com gasolina e 11,2 km/l com álcool). Quanto à transmissão,  é segura e a troca de marchas é feita sem solavancos (eu judio um pouco da transmissão, admito, mas ele é tão fácil que não me permitiu muito isso) e o motorista sente que está com o total controle do carro ao volante quando é preciso fazer a curva. Estabilidade conta muito. Aliás, o design me pareceu favorável neste ponto, estável, mas com aerodinâmica e eu achei bonitinho – muita gente achou, teve motorista dando rézinha na Radial Leste para ler o nome do carro quando eu passava!

Minha (nossa) conclusão: é o carro perfeito para mim. Estou de olho nele porque tem um preço competitivo em relação aos concorrentes e é da GM, marca preferida dos meus pais e que sempre me traz boas lembranças de infância.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook