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Muitos nem ouviram falar do Foursquare… eu mesma, apesar de ser geek e addicted to new technology, só me rendi à brincadeira há poucas semanas. Mas o site – mistura de site de relacionamentos com game social apresentada num mecanismo tão viciante quanto o Twitter – completou um ano de vida em março e já tem 500 mil usuários no mundo.

Como funciona? Com geolocalização. Apesar de ser feito para mobile, pode ser usado no computador e não recorre a GPS ou satélites para te encontrar com exatidão como faz, por exemplo, o Google Latitude. É mais uma rede social que confia nas informações que você posta lá.

[Se você quer saber o passo a passo para usar, sugiro a leitura deste post]

E para quê postar? Para encontrar seus amigos (rede social, claro que o serviço permite criar uma rede de amigos) com quem você pode compartilhar seus checkins e eventualmente – como era a ideia original do Twitter – ir ao encontro deles se estiverem perto de você. E como você fica sabendo que eles fizeram checkin? Nas configurações da conta é possível “escolher” se quer contar aos amigos pelo Twitter e Facebook quando fizer um checkin. Claro que dá para postar para “contar vantagem” dos lugares onde você está  e para competir com os amigos. Isso porque cada vez que fazemos checkin no foursquare ganhamos pontos, eles criam um ranking entre você e os seus amigos e outro ranking entre todos na mesma cidade.

Quando você é o usuário que esteve mais vezes no mesmo lugar você se torna mayor (prefeito/curador) de lá – parece Monopoly porque você pode cuidar do lugar (no site do foursquare, bien compris), editar o endereço, local no mapa, adicionar uma categoria, etc. E para completar o clima de jogo e de brincadeira, os usuários mais ativos vão ganhando (e colecionando) badges (emblemas) conforme hábitos e frequência. E não tem como acumlar: o ranking é zerado toda semana, portanto não dá para trer sedentário por lá: a vida agitada é que se destaca.[Mas a coleção de badges é pra sempre! \o/]

Como adicionar uma dica

Eu particularmente gostei das tips (dicas) deixadas por outros usuários, elas me permitem consultas rápidas quando estou em dúvida sobre um estabelecimento. E saber que um ou outro – ou vários – amigos vão num determinado café ou restaurante é algo que, sem querer querendo, avaliza o lugar. Mas a desvantagem é que, como lembrou meu marido outro dia vendo meu histórico, a gente fica sem privacidade. Quando vejo minha vida contada nas mídias sociais às vezes eu penso que num episódio de C.S.I. ou Without a Trace os caras não teriam dificuldade em traçar meu perfil… mas enfim, não é exatamente isso que queremos: deixar nossa marca neste mundo de opções da era do Broadcast Yourself?

Fácil fácil eu contei que passei a Páscoa sem viajar e que almocei na Liberdade, né?

Quer ler mais sobre o tema? Em inglês: Growing your business with Foursquare e From Addiction to Apathy: The Five Stages of Foursquare Use. E em português: CheckinMania – Os lugares compartilhados no foursquare, gowalla e brightkite.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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