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Um soco no estômago: é mais ou menos essa a sensação ao ver Food Matters, o documentário australiano sobre nutrição e medicina que está disponível no Netflix Brasil.


Mas, passado o susto, é um programa que prende a atenção, enche a cabeça de boas caraminholas e ensina muito.

O filme confronta a medicina tradicional com a ortomolecular, a medicina baseada na nutrição, demonstrando o quão equivocada está a nossa maneira de tratar as doenças.

Tem também um desconforto que parece nos levar aos discursos ideológicos ao mostrar o ciclo vicioso da agricultura extensiva, que diminui muito os nutrientes do solo, gerando plantas mais frágeis aos ataques de pestes, necessitando a aplicação de pesticidas, que as contaminam, que acabam envenenando quem as come, que se tornará mais fraco e buscará medicamentos. 


Mas a lógica da perda de nutrientes pelo envelhecimento da comida através do transporte e pela própria carência de minerais do solo e o processo de cozimento dessa comida, que acaba com os elementos essenciais para a vida, contribui ainda mais para esse terrível quadro nutricional, vence a reação negativa.

Para mim foi extremante útil saber da relação de vitamina C e alimentos ricos em niacina (vitamina B3) com casos de depressão. E há uma parte longa e elucidativa sobre câncer. 
Recomendo!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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