entretenimento

Já estou no “esquenta” da FLIP há um tempo, mas achei meio cedo para comentar aqui. Neste ano espero ir novamente – ano passado estive lá em excelente companhia de @cybelemeyer, @ganaisse e @ladyrasta – e vou começar a contar aqui um pouco das novidades que leio. Se eu conseguir ser organizada (aquariana com ascendente em aquário não segue muita rotina, mas vou tentar!) sai um post sobre livros todo sábado de agora em diante. O que acham?

A grande novidade da semana da 8a. FLIP (que acontece de 4 a 8/08) é o novo visual do blog do evento com uma navegabilidade mais fácil para conferir a programação das mesas literárias. Estou igualmente de olho na Flipinha porque neste ano os guarda-costas mirins vão comigo a Paraty, não quero mais a sensação da Rosa que tem metade do perfume que senti ano passado por não ter eles e Gui por lá comigo.

Andei xeretando no Manual da Flipinha, uma ferramenta para servir de apoio aos educadores nas atividades em sala de aula objetivando aprimorar a formação do estudante por meio do livro e da leitura. Serve igualmente de apoio para quem vai levar as crianças, pois faz uma apresentação não só do autor homenageado, mas de todos os autores convidados da Flipinha 2010. Elaborado pela equipe do Núcleo de Educação e Cultura da Associação Casa Azul (que oferece suporte prático e teórico aos educadores), o Manual serve tanto para o desenvolvimento dos projetos que são apresentados durante Flipinha como nas atividades de leitura realizadas ao longo do ano.

E o que eu já sei que os blogueirinhos do @verparacrescer vão adorar:

  • A ecologia na Literatura infantil e juvenil com Lalau e Laurabeatriz
  • Navegando pela poesia e desenhos com Gláucia de Souza e Maurício Negro
  • A Literatura infantil e juvenil e a TV  com João Alegria e Adriana Falcão
  • Quando imagem e texto contam a história  Eva Furnari e Roger Mello

E para os adultos, vale pensar na revolução do mercado editorial. Um post do blog da FLIP tazia uma reflexão de Jason Epstein, o editor que lançou o formato do livro em brochura, em 1952, anos mais tarde fundou a The New York Review of Books e que, em 2007, criou a On Demand Books, sobre o futuro do mercado editorial frente à crescente expansão da digitalização dos livros.

Segundo ele, a grande revolução está na transformação pela qual o mercado editorial está passando. Se antes pensávamos em grandes armazéns abarrotados de livros, hoje os livros estão em arquivos digitais que circulam no ciberespaço de um lado para outro e podem ser enviados para qualquer canto do mundo como se fossem um email. De forma barata e rápida. Essa mudança traz diversos desdobramentos. A digitalização deve, segundo ele, abrir caminho para uma inédita diversidade de conteúdo em idiomas diferentes. Por outro lado, especial atenção terá que ser dada à questão do compartilhamento de arquivos, do copyright.

Segundo ele, se o mercado editorial permitiu a ampla distribuição de Montaigne, Shakespeare e  Cervantes, também nos brindou com Mein Kamp (lembram-se de Minha Luta, de Hitler?). O editor lembra que “a digitalização irá amplificar tanto o que há de melhor em nossa natureza quanto o que há de diabólico. A censura não é a resposta para esses males”.

Para pensar. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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