cultura web / mãe

flickr_logo

Eu sou fã do Flickr e quem lê o blog está até cansado de ouvir falar dele (modero e participo de comunidades lá). Além de rede social, é um site de postagem e compartilhamento de fotografias que nos permite conhecer coisas fantásticas do mundo todo, algumas muito modernas, outras muito antigas, fashion ou bucólicas. Bem, meu querido Flickr foi escolhido como a melhor página eletrônica de 2009 pela revista “Time” – numa lista de 50 melhores portais da internet, na qual também estão Delicious (o marcador que já foi um sucesso e hoje anda em desuso) e Twitter (sucesso do momento e que tem interface bem legal com o Flickr).

Segundo a Time:

“Os computadores não administram as imagens com a mesma facilidade com a qual analisam textos ou números. O Flickr foi o primeiro site a resolver esse problema com algo chamado etiquetagem coletiva”.

Fundado em 2004, já dentro do paradigma dos mecanismos de busca, das redes sociais e do especialista amador que fazem a web 2.0 ser tão encantadora e fantástica – lá eu posto fotos e tenho a mesma visibilidade (não o mesmo sucesso, claro!) que fotógrafos de verdade! – o Flickr nos dá oportunidades ótimas de conhecer um novo mundo. Um mundo feito de detalhes, de paisagens novas, visões inusitadas, de um cotidiano que será um dia a história da vida privada do início do século XXI.

E o que você pode fazer por lá? Além de encontrar amigos, compartilhar fotos com segurança (eu e @blogdati sempre vemos fotos dos sobrinhos por lá, onde eu também acompanho as pequenas ítalo-suíças da @glaullini, do filho da @graflor crescendo na Inglaterra e dos lindos da minha querida Anna Oja no Colorado), é possível descobrir tesouros como a foto abaixo, da Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian. E ser contato de bibliotecas, museus e centros culturais ao redor do mundo, sendo avisado em tempo real de suas atualizações em fotografia não é mesmo um privilégio?

Alfama, Lisboa, Portugal por Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian.

Fotógrafo: Estúdio Horácio Novais. Fotografia sem data. Produzida durante a actividade do Estúdio Horácio Novais, 1930-1980.

São fotos modernas como as do Brooklyn Museum ou antigas como as da Library of Congress e da Bibliothèque de Toulouse. E você pode contribuir ativamente quando etiqueta (coloca a “tag”) na sua foto e compartilha-a em grupos da sua cidade (sou do ClickSP – São Paulo – Sampa – SP, Amo a Mooca, Parques de Curitiba e Flickr Tokyo Photo Session).

E se você tem fotos antigas, uma dica que eu descobri há pouco: tem uma nova função em câmeras e celulares que permite praticamente escanear imagens e textos. Eu já fazia isso de forma bem rudimentar com minha câmera antiga (porque escanear foto demora e às vezes nem dá pra tirar da moldura como é o caso das que postei aqui) e no Samsung Jét descobri que a função texto faz os contrastes perfeitos para manter a qualidade da imagem sem que fique escuro nem tenha reflexos de flash.

[Curitiba] fotos antigas por você.

Meu irmão Herman com menos de um aninho. Minha mãe ama este poster!

P.S. Ah, os grupos que eu criei lá: Aventuras Gastronômicas, Tube Lovers, Todos os cães são lindos, Super Mario Bros e Dirty is good – Porque se sujar faz bem.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook

SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline Estatísticas