Quem fica à direita facilita a circulação – e estimula a gentileza

“Nas escadas rolantes, deixe a esquerda livre para quem tem pressa.
Quem fica à direita facilita a circulação – e estimula a gentileza.”

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Quando você se vê diante de uma pessoa, durante uma caminhada qualquer, que atitude toma? Segue em frente, escolhendo a via da direita ou da esquerda?

Espero que seja a da direita!

No Brasil adotamos o sentido de circulação que nos diz que vamos por este lado. Este referencial de circulação pela direita (RHT para right-hand traffic) é o mais comum, embora a maioria de nós conheça a ideia da circulação pela esquerda (LHT para left-hand traffic, apelidada no Brasil de mão inglesa).

Frequentemente relacionados o sentido de circulação com os carros (porque na mão inglesa a direção fica do outro lado, onde nos acostumamos a ver o passageiro), mas o conceito ultrapassa os veículos e como devem ser conduzidos nas ruas e rodovias, voltando-se também para os pedestres, que devem fazer uso do sentido de circulação para poder atravessar as ruas com segurança.

E no metrô, ao subir ou descer escadas rolantes, qual o sentido que devemos tomar? O da direita, claro!

O mesmo deve valer para uma caminhada na calçada ou até no shopping. Nas campanhas de trânsito, além de falar “Respeite a faixa“, “espere o pedestre atravessar“, devemos começar a orientar a população para que ande na sua mão, à direita. Se, na correria do dia a dia, você se deparar com outro pedestre vindo apressado na sua direção e ambos se colocarem à sua direita, vocês passarão incólumes um pelo outro, sem problema algum. Mas, quando titubeamos ou escolhemos a esquerda, as chances de colisão são grandes.

E se a ideia já é sua conhecida, eu deixo uma sugestão: ensine a regra para as crianças e quem mais não for ainda adepto desta gentileza e do sentido de circulação de pedestres. Comentar ajuda, divulgar mais ainda, pois o trabalho de educação para cidadania no trânsito é novo e depende de nós.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.