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A felicidade é relativa né? E pode ser simples!

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Manhã de frio intenso, na capital paulista e na parte do Brasil que tem inverno (Sul e Sudeste), deixou minha timeline cheia de reclamações, brincadeiras e preguiça neste sábado. E a melhor mensagem veio do Facebook da @larimagr, portoalegrense habituada ao frio, que postou a imagem que ilustra o post.

E fiquei pensando: a felicidade é relativa! Tem dias em que reclamamos por não ter programa, não ter lazer de qualidade onde moramos, mas num sábado assim (e de feriado em Sampa), uma das alegrias é poder ficar quentinho e quieto em casa. E, para ser perfeito, com uma blusa felpuda e um cobertor bem quentinho para se acomodar no sofá.

P.S. Post feito no iPhone, perdoem eventuais erros de digitação. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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