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Eu ri, mas a pesquisa era séria, pelo menos para os funcionários da loja Debenhams, na Inglaterra, que instalaram um pedômetro – pequeno equipamento que conta os passos de uma pessoa – em cinco mulheres e em cinco homens e avaliaram as respostas de 2 mil clientes a um questionário sobre o assunto.

O resultado mostrado em números afirmar que uma mulher (inglesa) gasta, em média, duas horas e meia cada vez que faz compras, andando cerca de 4,18 km e queimando aproximadamente 385 calorias, o que significa caminhar 247,8 km por ano e queimar 48 mil calorias. Como?
É que o processo de fazer compras inclui caminhar, pegar e carregar os produtos. De acordo com a pesquisa, os homens gastam 50 minutos em média nas compras, percorrendo aproximadamente 2,41 km.

Mas nem todo mundo caminha para fazer compras. Minha mãe, por exemplo, tem os locais certos para comprar e se possível ela senta confortavelmente na loja e as pessoas trazem as roupas para ela ver. O conceito de butique, que ficou meio enfraquecido por alguns anos no Brasil, tende a crescer e muito agora que o número de milionários aumentou no Brasil.

Segundo li, o IBOPE Media traçou um novo perfil Consumidor A, que corresponde a 5% da população brasileira: idade média de 38 anos, formação universitária ou superior, ocupante de posições de destaque no trabalho e influenciador das decisões de compra de amigos e familiares. Os resultados mostraram que a internet possui papel muito importante para a população de alta renda: 85% afirmam que confiam na rede como fonte de informações e 91% dos pesquisados, frequentemente, usam a internet para procurar referências sobre produtos antes de comprá-los. Então blogs de moda como o da @vanguarda, que focam neste nicho, têm mercado certo!

Os dados também mostram que o consumidor pesquisado valoriza muito mais a qualidade que a média da população e cerca de 80% estão dispostos a pagar mais por produtos que identificam como de qualidade superior. E o que este consumidor quer comprar? Metade dos brasileiros apontam o aparelho smartphone como objeto de desejo. Para o público feminino: 76% gastarão em cuidados com a pele, 50% com computador e 45% com roupas de grife. Já para o público masculino as preferências são: 57% gastarão com celular, 54% com computadores, 49% com perfumes e 41% com roupas de grife.

A conclusão?  A “elite” quer conforto e exclusividade, mas não é deslumbrada e superficial, pois a grande maioria está bem informada e é muito exigente.

P.S. Ainda sobre o lixo: li uma entrevista na qual Roy Chua (professor de Harvard que estudou nossas reações a símbolos de status e riqueza) afirma categórico que “O acesso ao luxo nos torna egoistas!” #recomendo

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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