Faraós e museus

Confesso que já escrevi sobre o tema e estou tentando reescrever… escrevi no Picasa e deu falha no programa, vamos ver se esta nova edição do Blogger (que usarei a partir de hoje) conseguirá tirar minha mania de postar por lá.
Será que já comentei que adoro novidades em software? Adoro, vivo testando e indicando.
Hoje uma das manchetes do Desabafo é sobre minha ida ao cinema com o Enzo e o Giorgio, fala de Uma Noite no Museu. Um filme que apreciamos muito, desde os traillers eu sabia que agradaria os meninos, que adoram dinossauros, animais selvagens e civilizações antigas. E estão aprendendo conosco a ir a museus também (como o Museu de Zoologia da USP), um passeio que Gui e eu apreciamos. Mesmo no Japão, onde líamos pouco dos kanjis, visitamos muitos e são passeios que sempre relembramos. Creio que seja de família, porque minhas comadres Tiffany e Madianita (respectivamente minha irmã e irmã do Gui) também sempre relatam estes passeios em suas viagens. Certamente chegará o dia em que os afilhados irão com elas.
No filme – e isto eu não comentei no meu texto lá – o maior frisson para o Enzo foi ao ver a imagem que posto aqui, ele dizia: “é o Anúbis!” muito animado e acho que nem notou qual era o nome do faraó mumificado. Faraó mesmo é Tutankamon, creio que pela identificação com a figura infantil.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.