#FalePorMim Eu apoio a mobilização pelo fim da instituicionalização de crianças menores de 3 anos!

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É tardio, mas aconteceu. O governo brasileiro aderiu a uma mobilização regional em favor dos direitos de meninas e meninos que vivem em espaços de acolhimento institucional. Pertinho do Natal, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, assinou o termo de adesão ao chamado para a ação pelo fim da institucionalização de crianças menores de 3 anos de idade na América Latina e no Caribe.

Os motivos para apoiar, são óbvios:

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“Esses primeiros anos da vida da criança são justamente aqueles em que a gente forma a sua capacidade de amar, de respeitar, de sentir-se amada e de desenvolver a sua dimensão cognitiva”

A adesão do Brasil aconteceu no evento “Mobilização pelo fim da institucionalização de crianças menores de 3 anos”, realizado durante o Fórum Mundial de Direitos Humanos, ocorrido em Brasília neste mês e eu soube através do Unicef, que movimenta a causa no Brasil.

A mobilização é uma iniciativa da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), do Capítulo América Latina e Caribe do Movimento Global pela Criança (MMI-CLAC), da Rede Latino-Americana de Acolhimento Familiar (RELAF), da representante especial do secretário-geral das Nações Unidas sobre a Violência contra as Crianças e do UNICEF.

O chamado para a ação convida governos, organizações e indivíduos da América Latina e do Caribe a acabar com a institucionalização de meninos e meninas menores de 3 anos de idade em unidades de acolhimento institucional e a promover o retorno deles às suas famílias.

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Os motivos vão além, como mostra o vídeo abaixo (e as imagens que ilustram este post). Mas prepare-se para chorar, eu me emocionei sobremaneira!

Estima-se que mais de 240 mil crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade vivam em espaços de acolhimento institucional. Destes, 37 mil estão no Brasil.

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De acordo com a Convenção sobre os Direitos da Criança, os Estados partes têm a obrigação de garantir que meninas e meninos cresçam em um ambiente familiar, e só recorram ao auxílio institucional em último caso, tendo em vista o princípio do melhor interesse da criança e o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária.

As pessoas, governos e organizações podem obter mais informações sobre a mobilização #FalePorMim por meio de www.falepormim.org

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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