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Pensando no #puSociaMob lembrei de Jenkins e Ducombe falando de “Manufactoring Consent” (Fabricando Consenso) no livro Cultura da Convergência:

“Devido ao ideais progressistas de igualitarismo e de uma política que valoriza a contribuição de todos, nossos sonhos não serão criados por esquerdistas experts em mídia e então transmitidos para que o restante de nós assusta, consuma e acredite. Em vez disso, nossos espetáculos serão participativos: sonhos que o público poderá moldar e formatar sozinho. Eles serão atrativos: espetáculos que funcionarão somente se as pessoas ajudarem a cria-lo. Serão ilimitados: preparando cenas para fazer perguntas e deixando silêncios para formular respostas. E serão transparentes: sonhos que as pessoas saberão ser sonhos, mas que terão o poder de atrair e inspirar. E, por fim, os espetáculos que criarmos não irão encobrir ou substituir a realidade e a verdade, mas irão encena-las e amplifica-las.”

Qual o papel da internet na mobilização social para fabricar “consensos e dissensos” que ajudem a sociedade a evoluir?

É o que espero que possamos discutir hoje na ESPM.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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