a vida quer

Escrevi agora para um amigo, que me abandonou nos IM’s aquela frase (batida, mas linda) do Exupéry:

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!

Aí lembrei de outra, desta vez do Leminski, que, pena, creio que seja o motivo do sumiço dele:

Haja hoje para tanto ontem!

http://www.sxc.hu/photo/1012472

Enfim, o Leminski foi por conta da manhã nublada em Sampa… desde criança estes”dias brancos”, embora intelectualmente muito produtivos (admito), são os piores para mim. Lembro-me de, ainda bem pequena, ficar fechando as cortinas porque o sol querendo forçar as nuvens me dava dor de cabeça. Enfim, hoje está assim depois de quase um mês sem chuva por aqui – e deve chover sim e dar uma esfriadinha. Pelo menos noto que o saudosismo de Curitiba que eu sentia há um ano está passando mesmo.

Por falar na cidade, o Ale escreveu hoje um texto genial sobre uma figura característica de lá: os Poetas de rua. Desde a descrição da personagem (Isabel) até a “cara de paisagem” e os “filhotes de Paulo Leminski, aparentados com os irmãos Campos”, ele retratou o tipo de vendedor de poesia que tem nas ruas de Curitiba – especialmente na querida região do Largo da Ordem e na Rua das Flores – e que aqui não vejo com tanta frequência (e com menos insistência na sua abordagem). Aqui só fui abordada por eles poucas vezes, na Paulista, perto da Casa das Rosas. Vale a pena passar e conferir o texto dele! 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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