mãe

Da FAAP na sexta, pulei quase que diretamente para a Expo Arte na escola dos meus filhos no sábado e não foi decepcionante trocar o ambiente universitário pelo de ensino fundamental, pelo contrário, foi oportuno para pensar sobre a escola.

Cheguei as 9h para o turno do Giorgio na classe dele falando da lenda do Negrinho do Pastoreio e outras coisas gaúchas e tinha o compromisso de ficar até meio dia e meio, quando acabava o turno do Enzo na classe dele, que fez um jogo de tabuleiro gigante na classe no qual éramos peões que jogavam e precisavam responder a perguntas sobe a Bahia. Muito gostoso, divertido e criativo. Estes eventos me deixam segura das escolhas sobre meus filhos e reforçam minhas idéias sobre o sócio-construtivismo como bom método pedagógico. Pode não ser o melhor – e é bem difícil definir melhor quando se trata de seres humanos – mas é bom.

No debate sobre a metodologia da escola do seu filho, Renata, do blog Acontece Aqui, me contou coisas legais sobre o método Waldorf, que norteia a escola da filha dela. Fiquei encantada também! E tive uma surpresa imensa ao saber que a Evellyn, do Meu Mundo e Nada Mais, é super conservadora e a primeira escola de seu filho era jesuíta. A primeira escola do Enzo era uma escola bilíngue mantida por freiras de uma congregação japonesa (Escola Junshin) que funcionava em parceria com uma escola jesuíta famosa de Curitiba, o Bom Jesus. Por sorte, não tive uma experiência ruim, como contou a Marilena, do Tudo ao mesmo tempo, que descobriu o blog com o concurso! (que legal!) Admito que se eu tivesse continuado lá, os meninos teriam ido para o BJ, nem pensaria em sócio-construtivismo, de tão boa que foi minha experiência com as senseis (professoras).

E você, como escolheu a metodologia da escola de seu filho? Fale sobre o tema aqui – reclamando, elogiando, trocando idéias – e concorra a um kit da Mercur. Saiba detalhes aqui.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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