Executivos devem usar as redes sociais?

Uma chamada me chamou atenção no jornal: 70% dos mais importantes executivos dos EUA não usam rede social.

“Somente 30% dos 500 presidentes-executivos das empresas mais valiosas dos EUA —listados pela “Fortune”– utilizam LinkedIn, Twitter, Facebook ou Google+.
Os dados são de uma recente pesquisa feita pelo site “CEO.com”, disponível neste link(PDF).”

Além de questionar se isso seria mesmo “notícia”, na hora pensei: Que idade teriam estes executivos? Quando vejo uma notícia assim esta é a primeira pergunta que me faço. A segunda diz respeito ao modelo de negócios no qual estão envolvidos (o que determina esta abertura para compartilhar ou não) e em terceiro lugar quanto tempo de fato eles teriam para dedicar a atividades fora do trabalho.

São tantas as questões envolvidas na adesão às novas mídias que antes de considerar as pesquisas e notícias temos que pensar sobre o contexto – aliás, temos que pensar de forma contextualizada em tudo na vida, esta capacidade de reflexionar e relacionar dados com fatos deveria ser tema de muito exercício desde a escola, concordam?

E já que falamos da rede social profissional, uma dica: além do seu currículo, aproveite seu LinkedIn para mostrar os assuntos que lhe interessam. As questões relacionadas ao seu campo de atuação sempre valem muito, mas você pode também divulgar temas ligados à participação cidadã e preocupações sociais, que mostram um outro lado seu e que pode render até mesmo oportunidades de trabalho interessantes.

O que, bom lembrar, fica sempre chato e desmerece seu perfil profissional, é mesclar os tuites e updates pessoais com a rede, que é basicamente profissional, e ficar contando coisas da sua paixão pelo time de futebol ou a cor do esmalte da semana por lá – a não ser, claro, que você atue no jornalismo esportivo ou tenha uma empresa de estética! (risos)

Aproveite o tema e compartilhe nos comentários suas dicas sobre sua atuação profissional nas redes sociais. 

😉

P.S. A imagem que ilustra o post é do aplicativo para iPad do LinkedIn. Gratuita, a app é bem útil para saber como anda o mercado e permite algumas buscas interessantes de profissionais e empresas.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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