#ad / bem estar / empreendedorismo

Se um dia o Orkut me trouxe de volta a turma da escola, o Facebook faz com que as pessoas fiquem perto e a gente possa voltar a se falar sempre, inclusive sobre coisas cotidianas. Outro dia eu estava com curiosidade sobre uma nova marca de cosméticos – Eudora – e tuitei para uma amiga de Curitiba, a Clarisse (@clakruger), perguntando se conhecia. Psicóloga especializada em Recursos Humanos, Cla foi se voltando para uma paixão que era evidente desde que a gente se conheceu, duas décadas atrás: o universo dos cosméticos e da beleza.

Felizmente ela também usa muito as redes sociais, “blogando, tuitando e facebookando”, o que nos permite manter o contato e descobrir coisas em comum todo dia. E foi assim que eu acostumei a falar com ela de alguns assuntos nos quais ela se tornou especialista, em especial deste universo de door-to-door que envolve o empreeendorismo feminino e me encanta imensamente porque é o caminho para que muitas mudanças sociais aconteçam no Brasil.

beauty-seller

As mulheres sempre foram empreendedoras vendendo de porta em porta. Agora elas contam com a ajuda da tecnologia. ;)

Minha amiga passou a vender cosméticos na época da faculdade, para ter uma renda própria, mas tenho conhecidas que encontraram neste modelo de trabalho flexível o caminho para ficar mais com os filhos, para complementar a renda ou até quem é representante de uma marca para seu consumo próprio, para ter descontos e ficar por dentro das novidades.

O segredo desta carreira, como disse a Clarisse, é este olho no olho, o contato real, a disposição de ir ao encontro, levar os produtos, deixar a revista impressa, abrir a necessaire e mostrar o que está usando. Ela me contou que sempre vai bem arrumada – “eu aparecer maquiada é melhor do que a modelo da revista” – e também me autorizou a compartilhar aqui dicas para quem está começando:

  1. Pesquisar antes de começar, observando como será a aceitação dos produtos no seu grupo e quais serão mais assertivos (pela faixa etária, tipo de pele, interesses)
  2. Ter foco, escolher bem o público-alvo, trabalhar a fidelidade e cuidar com calotes
  3. Manter um pequeno estoque, usar os produtos e saber tudo sobre cada um deles
  4. Começar oferecendo itens com preço mais baixo para que a cliente se anime
  5. Deixar a cliente à vontade e acima disso tudo ser sincera, usar de honestidade ao falar do produto
  6. Lembrar que parceria são bacanas e que o trabalho em equipe pode ser seu diferencial. Fazer parcerias com outras pessoas que trabalhem com vendas também (como roupas, bijoux, etc)
  7. Ao trabalhar com vendas diretas lembrar sempre de que a qualidade do produto é o seu diferencial e sua segurança

Descobri que Eudora, que atualmente é o carro-chefe das vendas da Clarisse, é do nosso Paraná, parte do Grupo Boticário. Ela está muito satisfeita com os produtos e me convenceu com a propaganda de alguns deles, que em pouco tempo estavam na minha casa, claro, e confesso que Eudora me conquistou pela proposta e pela marca-mãe. E pelo que minha amiga me falou, a maioria das pessoas pensa como eu: nem se preocupou por ser uma marca nova porque o valor agregado já estava ali.

Além do portfólio diferenciado, com produtos inovadores e de qualidade premium, a marca proporciona ainda as vantagens da venda direta para suas Representantes: lucratividade mínima de 30%, flexibilidade de horários, construção de um negócio próprio e autonomia financeira. As reuniões com supervisoras orientam sobre as novidades, dicas e lançamentos de produtos, permitindo que as representantes se tornem experts no assunto, o que significa formação continuada, um imenso diferencial no mercado.

Se você quiser saber mais, visite as redes sociais: Facebook e Twitter. E no site oficial é possível ter todas as informações para ser uma Representante Eudora.

 

 

 

P.S. E dos produtos que estou usando, gostei muitos dos cremes para o corpo e para os pés (do Momento Casual), sem falar no perfume (do Momento Poderosa!) que combinou comigo, e das sombras e batons (Momento Descolada). Mas nada me encantou mais do que a vela que vira creme, uma delicadeza (inclusive estética, porque a embalagem é linda) e que faz parte do momento Entre 4 paredes.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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