Eu queria ser a Ana Maria Machado

Se eu pudesse escolher um alterego seria a Ana Maria Machado! Leiam o artigo do novo livro dela, Infâmia, por Cristina Durán, no Valor Eu & Fim de Semana.

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Porque ela criou a primeira livraria infantil do Brasil, ganhou o prêmio Hans Christian Andersen (Nobel da literatura infantil), foi cunhada da Ruth Rocha (já pensaram o que deviam ser os almoços em família?) e depois de 40 anos de carreira e mais de cem livros publicados ela lança uma obra adulta e atual como Infâmia, discutindo a distorção da verdade que continua tão atual.

O livro já está na minha to-read list!

P.S. Parodiando o pai mexicano de “A walk in the clouds”, que falava “não é porque falo com sotaque que eu penso com sotaque”, eu diria “não é porque eu escrevo sobre crianças que penso como criança”.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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