Ética nas Novas Mídias e o Social Media Brasil 2011

“@renatotarga: Como entrar errado em mídias sociais: chega no bar lotado e diz: “agora todo mundo aqui é meu amigo”. E tem gente fazendo isso! #smbr2011”

Ontem, antes do lançamento do Ano Internacional das Florestas, passei rapidamente no Social Media Brasil, evento que reune em São Paulo boa parte dos envolvidos com mídias sociais do Brasil. O hall do centro de eventos da Fecomercio me trouxe queridos amigos – como @vanguarda e @edmarbulla – e contatos profissionais – como @gabrieleite @missmoura @ericmessa – que eu raramente consigo encontrar pessoalmente, mas com quem tenho frequente contato por Twitter e Facebook.

Encontrinhos do #smb2011 @missmoura @vanguarda e eu ;-)

Ao final do dia jantei com uma parte da turma do chat promovido por @marciaceschini (sobre o qual já falei aqui), o Papos em Rede, que reune especialmente os Relações Públicas interessados na inserção ética e responsável das novas mídias em sua área de atuação. A conversa com @marciaceschini @anamanssour @prochno @Lii_Santos @rprodrigo @angelaernesto foi muito boa e trouxe parte da discussão que tem sido esquecida, mas é primordial para começarmos a pensar no trabalho realmente profissional – para além do oba-oba – nas novas mídias.

Ética nas Novas Mídias e o Social Media Brasil 2011

Eis que hoje pela manhã me deparei com um tuite do @renatotarga, que está no evento desde cedo, e sintetizava muito do que refleti sobre o Social Media Brasil e que é o grande desafio dos profissionais das novas mídias neste momento e que transcrevi na abertura deste post.

Curiosamente, eu postei o tuite e um comentário meu (que repito aqui) e justamente uma das pessoas que eu vejo ter este comportamento antiético para ingressar e firmar nome das novas mídias me deu RT…

Quem não conhece uns tipos assim levante a mão!

O fato – tanto quanto a gravidade do assunto – me fazem ver quão importante é falarmos de etiqueta nas novas mídias e de não nos deslumbrarmos com o que as pessoas contam, com a network que “parecem ter” e com o que elas querem que o mundo acredite que são.

Basta o cara ter uma boa network para me convencer a ser seu parceiro de negócios? Para mim não! As novas mídias, até por seu caráter imediatista e potencializador, são espaços nos quais temos que ter ainda mais cuidado. E neste cuidado vale lembrar que network não é necessariamente relacionamentoe os bons negócios e acordos são feitos nesta base sólida, que envolve comprometimento mútuo, ética em comum e vontade de realizar um bom trabalho com vistas em lucros (e riscos) compartilhados.

#prapensar 😉

P.S. Em tempo, meu agradecimento público ao gentil @fabioallves e ao cortês @formagio que me convidaram para o evento, incluindo os nomes de parte da equipe da minha empresa, a #otagai.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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