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Com atuação de Denise da Luz e Max Reinert, direção do argentino Diego Cazabat e a assistência de direção de Hugo De Bernardi, ambos integrantes da Periplo Compañia Teatral, o espetáculo aborda distintos pontos de vista, enfoques, afirmações e contradições do modo de vida da sociedade

“Roubei” essa foto do site da Téspis porque está linda e fala muito do que trouxemos nesta semana pro @avidaquer.

No texto, com jeito do @maxreinert (dramaturgo e ator em primeiro plano na foto), muitas questões atuais:

“O que é feminino? O que masculino? O que é um corpo bonito? O que é ser normal? Esse corpo meu?”

Isso tudo é parte de um espetáculo “Esse corpo meu” que discute os padrões sociais em que tentamos nos enquadrar todos os dias, para sermos aceitos, para sermos felizes.

“Dentro de uma linguagem performática, onde várias cenas são apresentadas sob forte impacto musical para formar um conjunto, a peça que investe no trabalho corporal dos atores e tem textos apenas em off, desfila, de uma maneira bem humorada, um panorama de conflitos sobre padrões de gênero, de beleza, de moda e do que sobra afinal, de original, em cada um de nós.”

EsseCorpoMeu 05 GR - Foto Lote 84

Com atuação de Denise da Luz e Max Reinert, direção do argentino Diego Cazabat e a assistência de direção de Hugo De Bernardi, ambos integrantes da Periplo Compañia Teatral, o espetáculo aborda distintos pontos de vista, enfoques, afirmações e contradições do modo de vida da sociedade. Os personagens dessa peça são reflexos de homens e mulheres que buscam incansavelmente alcançar uma imagem que encaixe em algum tipo de classificação aceita. Quando, na maioria dos casos, essa aceitação não existe. “Um mundo de estrangeiros em seus próprios corpos”, completa Cazabat.

Max contou que “durante o processo de montagem, o recorte sobre o tema ampliou-se para a discussão dos padrões impostos pela sociedade, pela mídia e pela cultura em geral. Padrões de corpo, de beleza, de comportamento, do que é ser “feminino”, do que é ser “masculino” […] e que buscaram “entender a sensação de “sentir-se estrangeiros em seus próprios corpos” e trabalhou-se na construção de uma linguagem na qual a performatividade assume status preponderante na encenação”.

Estou torcendo para o espetáculo vir para São Paulo!

P.S. E nesta semana teve post do Max aqui no blog, lembram? Ser gay é estar numa sinuca de bico!

Ser gay é estar numa sinuca de bico! Hoje no A Vida Como A Vida Quer tem post de um convidado muito especial: Max…

Posted by A Vida Como A Vida Quer on Quarta, 25 de março de 2015

(Imagens: Lote84)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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