casa

Estou há dias naquela pesquisa para comprar novos colchões. A tarefa me foi dada por minha mãe que quis dar camas novas para os netos – lembram que eu contei que pintamos o quarto, recobrimos as portas do armário e tudo mais né? – e, como mora em Curitiba, ficamos naquela pesquisa de onde e o quê comprar.

A escolha era de conjunto box de solteiro com colchão de molas. Mas fora isso, gente, como tem detalhes para a gente escolher, meu Deus! As coberturas do colchão são tantas:

  • De espuma de poliuretano:  mais comum e mais acessível. As alturas e densidades variam bastante, então, consulte a tabela dos fabricantes. É também o modelo mais barato, por isso, pode ser trocado com frequência. Deforma rapidamente
  • De latex:  o material é macio e muito durável, o que o torna um colchão bastante confortável, pois se adapta ao contorno do corpo. Bom para pessoas alérgicas, esse modelo costuma vir com tratamento contra fungos, ácaros e bactérias.
  • De viscoelástico: tem tecnologia usada por astronautas e uma espuma que se molda ao corpo e não deforma, oferecendo boa sustentação à coluna. Suporta pessoas de qualquer peso e altura sem necessidade de se consultar a tabela.

Claro que eu achei umas dicas num texto de Alessandra Moura no MdeMulher:

  • O colchão deve ser confortável, deixando a coluna alinhada e os músculos relaxados. Não pode ser nem mole nem duro demais.
  • Colchão muito mole entorta a coluna e causa dor nas costas.
  • Já o colchão duro pode provocar dores nos ombros, quadris e juntas, além de cansar a musculatura.

E como transportar estas informações – e a conversa do vendedor – para a realidade das nossas famílias, como peso das crianças? Eu fiz um cáculo baseado na idade de cada um, com projeção do crescimento deles no período de duração do colchão – a garantia normalmente é de 3 anos, dizem que deve ser usado por 6, mas no Brasil o padrão de uso é de 10 anos.

E se você está nesta mesma fase ou pensando em trocar alguma cama, vale ler os posts a seguir:

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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