Ele, Maluf, Trajetória da Audácia

Não sou paulistana, para mim a simpatia ou antipatia por políticos ainda tem a cara do Paraná. Mas eu sei quem é Maluf – e quem não sabe – bem como tenho boa noção da sua má fama. Nas eleições de 1989, quando eu defendia (pobre inocente de 16 anos) o voto no PCB e no PT, um dos meus tios falava que o bom candidato era o Paulo Maluf, que “rouba, mas faz”. Bem, que rouba, estão aí Celso Pitta e o próprio Maluf para atestar, e ele deve fazer. Creio que é equivalente ao Jaime Lerner em Curitiba (ambos prefeitos “biônicos no começo da década de 1970, fizeram obras colossais e sua garantia de honestidade era o fato de não precisarem do dinheiro do povo por serem bem sucedidos), que sabemos que este tipo “custa caro”, mesmo que faça bem para a cidade. 😉

Kaká está sorteando um exemplar da biografia Ele, Maluf, Trajetória da Audácia (Depoimento a Tao Gomes Pinto, Ediouro, 240 págs) e eu não poderia deixar de dar uma forcinha. Ela nem me pediu, mas amiga não precisa de autorização. Como disse hoje para outra amiga , a gente já tem autorização implícita quando fica amigo .  Segundo ela, as regras para participar são:

visitar ESTE TEASER SITE do livro e me fornecer as datas de todos os anos em que Maluf foi Prefeito e Governador de São Paulo e responder à seguinte pergunta:

Se, hoje, você tivesse a oportunidade de assumir a prefeitura de uma metrópole como São Paulo, em que investiria? Por quê?

As respostas devem ser dadas nos comentários, as duas pessoas inteligentes que acertarem as datas e derem uma resposta satisfatória à pergunta, levam o livro!

Não sei a resposta nem vou procurar, mas se fosse prefeita daqui, investiria em educação e saúde, antes de mais nada. E facilitaria a vida das mães trabalhadoras, oferecendo inventivos às empresas que criassem creches-berçários junto de suas sedes. Ah, e para completar, lembraria que estes catadores de papel são gente e os filhos deles precisam ser aceitos nas escolas porque senão estarão tão marginalizados quando chegarem à idade adulta que não conseguirão nem um ganha pão como este!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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