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The Thinker221077_blogcomo proteger os filhos na internet

Recebi um artigo de Eduardo Shinyashiki, que me pareceu muito pertinente para compartilhar com os leitores do Mãe com filhos. O autor conta que nota que sempre em outubro há uma enxurrada de textos sobre educação. Embora não critique o oportunismo das pautas, ele nos faz pensar sobre coisas além da violência, da educação formal, do lazer. Nos convida a pensar na Geração Z: nascidos a partir da metade da década de 1990 e que representam uma promessa de revolução para o futuro.

São aqueles que já nasceram sob o domínio da tecnologia e possuem uma aptidão natural para trabalhar com objetos eletrônicos, aprendem rápido como usar DVDs, celulares e computadores. Quais os fatores que influenciam esses jovens da Geração Z? Entre outras características, podemos destacar o mundo globalizado, interconectado e tecnológico em que vivemos, que gera características únicas nas crianças, sendo a principal delas, e que nos interessa para este artigo, a sua integração total à tecnologia.

A era digital, o reflexo das telas na face de nossos filhos, sua imersão no mar infinito da web, a conexão constante – em casa pelo modem, nas ruas por meio dos celulares e em cafés com redes sem fio (wireless) – e a inserção da internet no ambiente escolar.

Eduardo Shinyashiki pegunta:

Com a internet completamente integrada ao dia-a-dia das crianças, por que não começar a usá-la de forma ativa, integrando-a, também, a rotina escolar?

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Eu me faço a mesma pergunta sempre. E gostei das três idéias que ele nos indica:

  1. o uso de comunicadores instantâneos, como o MSN, para a realização de plantões online, alguns dias antes da prova ou da entrega de algum trabalho
  2. o desenvolvimento de redes sociais e colaborativas para o compartilhamento de informações, como trabalhos e resumos, que seria um misto de Wikipedia e Orkut, no qual os alunos poderiam socializar e navegar pelo conhecimento
  3. o uso da conexão na própria sala de aula, para a realização de pesquisas em conjunto com o resto da sala e o professor, um bom momento para o educador tentar substituir o famoso e famigerado copia-e-cola por um método apropriado de pesquisa, de real formação do conhecimento a partir das fontes

O comunicador instantâneo e a rede social possibilitam um aprendizado contínuo, pois devem ser acessados após o termino da aula, além de divertido, pois aparecem para a criança como um entretenimento e não uma atividade maçante. Já a conexão em sala faz da aula uma atividade ágil, que desperta e responde a várias curiosidades do aluno, na velocidade da internet. Existem muitas outras opções possíveis de interação entre o professor, o aluno e a web. O limite é determinado apenas pela capacidade imaginativa e o conhecimento de informática do educador, que pode negar-se a aproveitar as possibilidades oferecidas pela ferramenta digital ou atualizar-se e encarar de frente o computador, um trunfo didático quando bem aproveitado.

E aí, que tal considerarmos isso com os pais e professores de nossos filhos para o próximo ano letivo? Eu vou tentar!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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