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… e nunca me esquecerei deste acontecimento, que mudou meu mundo e me fez crer na escrita como forma de ser “uma pessoa que regulava”.

Sim, foram as crônicas de Para gostar de ler, que conheci aos 10 anos, que me apresentaram Carlos Drummond de Andrade e me fizeram ter vontade de escrever sobre o cotidiano. Por anos fiz diários, por décadas pensei em histórias relatando as coisas mais simples que via ou ouvia por aí e construi livros na cabeça, até que descobri esta ferramenta incrível que é o blog e me achei como cronista.

Quem não me entendeu bem mas ficou curioso, pode ver o video abaixo, no qual Drummond fala de sua escrita (e que começa com a voz de Tom Jobim). Meus agradecimentos à Christiane Araújo Angelotti por ter postado no Facebook o link.

🙂

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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