E se este dia não tivesse sexo?

Todo ano meu filhote me pergunta porque existe o Dia da Mulher não o Dia do Homem, sentindo-se meio injustiçado. A mesma injustiça acontece quando o homem tem que ser o “blogueiro mais relevante” e a mulher eternamente “a blogueira-musa”, como aconteceu em mais um “prêmio” da internet. Mais do mesmo, eu sei, mas o tema é importante e devemos debater os motivos que nos levam a pensar tão pequeno, de modo tão restritivo e preconceituoso, o que nos leva a perpetuar conceitos, critérios classificatórios e posturas anacrônicas ao aceitar as coisas como elas nos são apresentadas. Esta reflexão me acometeu novamente na semana passada e se reforçou ao ler o post A mulher e a opressão pela linguagem. E uma boa resposta veio, sem querer, no post Para as mulheres. Para os homens. Para pensar. 

Aproveitem o vídeo criado por Cristiana Guerra e Daniel de Jesus na Lápis Raro, em 2008, especialmente para o Dia Internacional da Mulher. 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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