cidadania / destaque / mobilidade

Toda vez que um veiculo de comunicação lança um projeto editorial no estilo “Especial Infraestrutura” vejo mais ou menos isso:

“Segundo um levantamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, são necessários 235 bilhões de reais em linhas de metrô, corredores expressos de ônibus e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), entre outros, para minimizar a paralisia nas principais regiões metropolitanas.”

Será que é mesmo esse o caminho?

Ainda acredito (e há anos defendo no blog e em debates, como fiz no Dia Mundial Sem Carro) que um modelo de trabalho mais flexível, com subsídios para quem empregar pessoas da região/vizinhança, estímulo à produção e consumo local e a valorização das escolas perto de casa resolveriam mais, talvez até com custo menor e resultados mais rápidos do que investir na infraestrutura dos transportes, públicos ou privados.

É mais do que hora de rever o modelo e parar de consertar o que está errado, obsoleto, oneroso e, pior, que faz as pessoas cada dia mais infelizes, doentes, entristecidas e isoladas!


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