cidadania / destaque / mobilidade

Toda vez que um veiculo de comunicação lança um projeto editorial no estilo “Especial Infraestrutura” vejo mais ou menos isso:

“Segundo um levantamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, são necessários 235 bilhões de reais em linhas de metrô, corredores expressos de ônibus e Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), entre outros, para minimizar a paralisia nas principais regiões metropolitanas.”

Será que é mesmo esse o caminho?

Ainda acredito (e há anos defendo no blog e em debates, como fiz no Dia Mundial Sem Carro) que um modelo de trabalho mais flexível, com subsídios para quem empregar pessoas da região/vizinhança, estímulo à produção e consumo local e a valorização das escolas perto de casa resolveriam mais, talvez até com custo menor e resultados mais rápidos do que investir na infraestrutura dos transportes, públicos ou privados.

É mais do que hora de rever o modelo e parar de consertar o que está errado, obsoleto, oneroso e, pior, que faz as pessoas cada dia mais infelizes, doentes, entristecidas e isoladas!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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