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Continuando o papo de ontem sobre criar os filhos para o mundo

Esta frase diz tudo:

“Pense no fim da servidão doméstica de metade da humanidade.”
Ivan Martins

Que benção tenho eu pelo parceiro de vida que meu marido é. E assim serão minhas noras, pois meus meninões eu educo para no futuro dividirem a vida, numa parceria saudável, amorosa e feliz – exatamente como a que eles já vivem em família.

Mas, como disse outro dia num hangout, nós mulheres precisamos saber ceder espaço e confiar na parceria, conviver em igualdade com naturalidade e respeitar o direito do parceiro dentro do lar, exatamente como queremos ser respeitadas fora dele.

“Há 50 anos, quando a Betty Friedan escreveu A mística feminina, elas [as mulheres] exigiam o direito de trabalhar fora. Conseguiram. Agora, no início do século 21, exigem que nós [homens] também trabalhemos dentro de casa – e conseguirão da mesma forma, provavelmente em menos tempo. É uma simples questão de racionalidade e de justiça. Pense no fim da servidão doméstica de metade da humanidade.”

Leia o artigo de Ivan Martins neste link.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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