Dude, we are not #Lost anymore

Quem me segue no Twitter sabe que, depois de 5 temporadas, eu me rendi ao Lost. Aliás toda família se rendeu, em um mês vimos todos os DVDs das temporadas anteriores (um empréstimo de @smiletic, do Só seriados de TV) e ficamos por dentro da série mais comentada que já vi. E depois de ver episídios quase toda noite, como se vê novela (mas sem comerciais, vantagens dos boxes de DVDs), hoje vamos ver o seriado no tempo normal, na TV a cabo, como quem acompanha há tempos. 😉

Confesso que entender coisas como as camisetas Lost e as escolhas de avatares de Twitter das pessoas no #DharmaDay me fez ter uma sensação de pertencimento meio adolescente. Mas não estou contanto aqui para meus pares me aceitarem no grupo não… é para recomendar – para quem gosta de seriados – e dizer que vale a pena (viu @claudiamidori?). 😉

E para entender minimamente, dá para ver esta chamada fofa (não é a verdadeira, mas explica muita coisa!).

Lost vs. Saul Bass from Hexagonall on Vimeo.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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