Do que você mais gosta no Facebook? E do que menos gosta?

Facebook: Pesquisa sonda o que tira a paciência das usuárias no dia a dia da rede social

Pense e responda rapidamente: qual sua parte favorita e qual a mais chata de participar do Facebook? Pensei nisso quando li a matéria de Veja sobre uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de compras coletivas Eversave que, após entrevistar 400 mulheres, pretendia levantar quais comportamentos na rede tiram a paciência do público feminino.

“Segundo o estudo, 83% das entrevistadas já se irritaram pelo menos uma vez por causa de recados publicados por suas conexões. Entre as ações mais abominadas na rede social, estão: reclamar o tempo todo (63%); divulgar opiniões políticas divergentes (41%); exaltar suas vidas ‘perfeitas’ (32%); exaltar os filhos (16%).

A pesquisa também sondou os perfis mais irritantes. O mais citado foi o da amiga dramática (61%), seguido por: a mãe orgulhosa (57%); a usuária que curte todos os updates (46%); a amiga exibida (40%); e a ativista (40%), entre outros perfis.”

Minha parte favorita no Facebook são os grupos de discussão (já falei diversas vezes deles, né?) e a possibilidade de, num só espaço, mandar e-mail e fazer chat com toda minha rede com facilidade. E a parte mais chata é ser “marcada” em fotos e assuntos que não me dizem respeito de fato ou não são do meu interesse. Mas, até para isso tem um jeito de calar, é só se “desmarcar” né?

E você, crê que os perfis mais irritantes para os estadunidenses são também os que mais irritam os brasileiros? Se for o caso, terei que criar um perfil de Facebook à parte para corujar os filhos, como fiz quando separei o Twitter (uso @samegui e @maecomfilhos) – mas será que tem como a gente não ser o que é? Quer dizer, será que os amigos em redes sociais não deveriam ser justamente as pessoas com quem a gente teoricamente poderia compartilhar tudo? Ou será que o usuário está criando uma realidade virtual à parte nas redes sociais na qual a “vida perfeita”, o “ativismo social” e a “reclamação” são formas de ser o que se acha que o status quo espera de nós?  Fiquei muito curiosa e gostaria de saber se tem gente estudando esta área da sociologia e psicologia social relacionada às novas mídias e à vitrine que espaços como Facebook, Forsquare e Twitter podem representar.

Por falar em estudos, uma dica para terminar este post que não tem uma conclusão sem os comentários de vocês – comentem, comentem, o papo é que faz o blog ser um espaço interessante – e que pode nos ajudar a começar a pensar mais a sério nas novas mídias:

365!!! Um Twitter pra cada dia do ano. É a lista dos pesquisadores da Comunicação no Twitter“.
http://bit.ly/6KcG4e
(via @saritabastos e @christofoletti)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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