Django

teclado-8-3-1999-05-30-39.JPGQue eu sou geek, acho que ninguém tem dúvida. Mas o blog tem estado pouco geek. Faz uma semana que ouvi falar do Django e quero postar aqui, mas não sem “fazer a lição de casa” e pesquisar minimamente sobre a novidade, que me foi contada pelo Claudir, marido da Renata Ruiz (Moda para usar) numa animada conversa outro dia. Ele tinha assistido uma apresentação sobre este e outros “movimentos” internacionais na web, numa palestra que teve na PUC-SP, onde é professor do curso de Publicidade.

Django é um framework para desenvolvimento de aplicativos na web que nasceu para gerenciar sites de notícias e hoje é utilizado em sites profissionais de alto tráfego. Parece perfeito para os programadores e designers conseguirem nos atender a tempo, mas tem um porém: apesar de perfeito para a web 2.0, ele usa uma plataforma chamada Python. Não entendo da tal plataforma Python e já notei que não vou entender. Mas preciso saber o que é possível fazer para ter os melhores resultados dos blogs e sites, é meu espaço de trabalho. E não posso ficar “na mão” de quem desenvolve, porque efetivamente me limita e eu acabo como aquela piada do mecânico de automóveis que fala que o problema é na rebimboca da parafuseta.

Eu estou revendo vários conceitos de html desde que decidi deixar o blog num domínio próprio, revivendo o passado distante de sites no hpg e do blogger sem as janelinhas que personalizam o conteúdo. A cada dia me convenço mais de que temos que estar antenados e precisamos saber o que é possível ter no blog para ele funcionar como bom instrumento de mídia social.

Ao ler sobre o Django na Info Exame, entendi o entusiasmo dele. “O Django cria sites a jato” faz um apanhado geral:

(Gente… este wordpress está de brincadeira. Deixei este post agendado aqui para publicar e 2/3 do texto sumiram!!!) Estou refazendo abaixo.

  • Reutilização: é o conceito-chave. Se o desenvolvedor criou um código que funciona, o próprio software fará com que ele o aproveite em outros trechos do programa. Esta foi a idéia que Claudir mais “tentou” comentar, mas, sinceramente, só lendo melhor eu entendi “um pouco”.
  • Instalação: quase não tem pré-requisitos e funciona tanto no Windows quanto no Linux, já conta com um servidor web embutido e tem uma seção da documentação que só fala sobre a instalação. Nesta minha reinserção no mundo do html (que tinha abandonado quando parei com sites no hpg e quando o blogger passou a ter as janelinhas para inserir wdigets e não precisava mais da edição de html) eu descobri que a documentação é importante. Sabe aquele template gratuito lindo que você baixa e ficaria perfeito no seu blog? Descobri que a documentação é que vai dizer se ele vale a pena ou vai ser uma bomba na hora de instalar.
  • Páginas dinâmicas: aqui estava o maior entusiasmo o Claudir, que é difícil explicar. O Django não oferece interface web e outros facilitadores para ajudar na criação do site. O que entendi foi que para gerar uma página html ele associa certas funções (beeem técnicas) a uma URL. Cada vez que o internauta tentar acessar essa URL, a função correspondente é processada e gera o código html. (Tá bom, aqui parece mecânico explicando coisas que a gente fala “aham” e não entendeu lhufas. Dá para imaginar mais ou menos?)
  • Design X programação: a revista toca num ponto que tenho visto a pedra no caminho da criação ou reformulação de um blog ou site (vivi isto no Desabafo de Mãe e no Nossa Via) a de que “uma das dificuldades do desenvolvimento na web é definir o ponto exato onde acaba o trabalho do programador e começa o do designer. Com o Django isso não é problema: cada profissional pode fazer o seu trabalho simultaneamente e depois reunir tudo para concluir a aplicação. A ferramenta ainda conta com gabaritos que facilitam bastante a finalização de um site.”
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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