Direitos humanos no Opinião Nacional

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Twittando no final do Opinião Nacional da TV Cultura. Foto de @novacorja.

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Dignidade e Justiça para todos nós é o slogan do aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e eu fui convidada há algumas semanas a participar de uma blogagem sobre o tema lançada pelo blog Fênix ad Eternum. Meu xará Sam Cyrus relembrou pontos cruciais da declaração:

“A declaração universal no seu 60º aniversário prevê que nenhum ser humano será discriminado com base em gênero sexual, etnia, ideologia, orientação, ou qualquer outro atributo pessoal ou social. A separação entre negros e brancos, nacionais e estrangeiros, homens e mulheres, pobres e ricos, teístas e ateístas, esquerdas e direitas servem como instrumentos que amputam uma parte da humanidade.”

Não pude participar no dia estipulado e eis que hoje outro convite me permite tocar no assunto. Estarei na TV Cultura participando pelo twitter (streaming e chat ao vivo no site) do Opinião Nacional, numa iniciativa inédita neste programa, seguindo a boa experiência que já tiveram com o Roda Viva do qual já participaram varios blogueiros.

O tema central do programa é a eficácia da declaração, questionando

Até que ponto a Declaração Universal dos Direitos Humanos funciona? O que já foi alcançado? O que está longe de funcionar? Estas são algumas das questões que certamente virão à tona na discussão deste “Opinião Nacional”, apresentado por Alexandre Machado.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento mais traduzido no mundo, conhecido em mais de 300 idiomas, completa 60 anos de existência e, desde sua criação, muitos direitos foram reconhecidos pela comunidade internacional. O mundo aceitou novas concepções de convivência humana, de respeito ao outro e respeito às diferenças, partindo do princípio de que todos os seres humanos são iguais em direitos e dignidade e todos têm direito à vida.

Estarei lá com outros ilustres convidados: Paulo Abrão, presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça; Jacqueline Pitanguy, socióloga, diretora ONG CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação, Presidente do Conselho Diretor do Fundo Brasil de Direitos Humanos e ex-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher; Maria Amélia de Almeida Teles, ativista de movimentos feministas e de direitos humanos; e Gilberto Jabur, advogado, professor-doutor de Direito Civil da PUC/SP.

Sigam pelo www.twitter.com/samegui ou no site da TV Cultura.

P.S. Participe você também da blogagem coletiva, clique no banner abaixo e faça sua inscrição.

selodh02

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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