Mulheres são responsáveis por 66% do consumo nacional e decidem também por planos de saúde

“Dos R$ 1,972 trilhão gastos anualmente com bens e serviços no Brasil, R$ 1,3 trilhão são decididos pelas mulheres. No mundo, as mulheres consomem por ano U$ 20 trilhões.”

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A informação, que li aqui, conta que as brasileiras não apenas decidem e compram diretamente, mas também influenciam e controlam os gastos masculinos. E, mais do que a própria renda, elas gerenciam o orçamento familiar como um todo, segundo os dados que fazem parte de uma pesquisa realizada com 1.917 mulheres das cinco regiões do País.

A gente já sabia, por experiência própria, mas sempre é bom ver estampado nos jornais, né? Os gastos decididos diretamente pelas mulheres e os que são somente influenciados por elas somam 79% do consumo total das famílias – os outros 21% referem-se a valores que não implicam decisão de compra, como impostos e contas de serviços públicos (luz, gás e água). E se você ainda pensa que a mulher só decide compras supérfluas” (vestuário, beleza, cuidados pessoais, produtos de limpeza, decoração), saiba que educação dos filhos têm o percentual mais alto da decisão das mulheres: 83% – e também somos responsáveis pela decisão quanto a planos de saúde em 63% das vezes.

Há pouco passamos pela cansativa escolha do plano de saúde e pude observar a diferença da visão feminina na escolha. A mulher tende a observar muitos detalhes e quer que os serviços e produtos caibam direitinho nas suas necessidades, como se fosse uma roupa que experimentam antes de comprar na loja. E a comparação com a roupa não é futilidade não: como o calçado que usamos durante um dia inteiro ou a roupa que vai nos apertar ou deixar confortável para o cotidiano, o plano de saúde precisa ser ajustado ao uso que faremos dele.

Eu, que testei todos os direitos que tinha com meu plano em 2008, quando meu filho se acidentou em Curitiba, pude confirmar a importância destes ajustes. Algumas dicas são básicas como pedir referências dos hospitais credenciados, questionar o alcance territorial do serviço, verificar detalhes como o reembolso de consultas, conferir com ANS e Procon se há pendências quanto à empresa e fazer um teste ligando para empresas conveniadas antes de contratar um plano, testando o atendimento para saber se é bem aceito.

Mas acima de tudo eu considero fundamental escolher um plano de saúde adequado às necessidades da família e fazer uma simulação do plano num serviço bem semelhante ao de escolha de viagens de avião, definindo critérios que consideramos importantes para nosso perfil e encontrando diversas opções.

P.S. Para quem quiser continuar no tema: A mulher é quem cuida da saúde da família toda #diadamulher

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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