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Gosto de filmes que contam a mesma história sob diferentes pontos de vista. Mais ainda quando o tempo não é um elemento unitivo e que define a história, pelo contrário, na sua passagem, entre idas e vindas, ele se torna mais um personagem.

  
As Palavras, filme de 2012, dirigido por Brian Klugman e Lee Sternthal, me ganhou por trazer essa história entrecortada de momentos vividos por figuras diversas, complexas e ao mesmo tempo casuais, coadjuvantes do grande protagonista: a verdade, ou o drama de consciência que a verdade pode nos imputar pela extremidade.

  

Sinopse:

Rory Jansen (Bradley Cooper) é casado com Dora (Zoe Saldana) e trabalha em uma editora de livros. 

  
Ele sonha em publicar seu próprio livro, mas a cada nova tentativa se convence mais de que não é capaz de escrever algo realmente bom. Um dia, em uma pequena loja de antiguidades, ele encontra uma pasta com várias folhas amareladas. Rory começa a ler e logo não consegue tirar a história da cabeça. Logo ele resolve transcrevê-la para o computador, palavra por palavra, e a apresenta como se fosse seu livro. 

  
O texto é publicado e Rory se torna um sucesso de vendas. Entretanto, tudo muda quando ele conhece um senhor (Jeremy Irons) que lhe conta a verdade por trás do texto encontrado. 

  
Neste momento surge um narrador (Dennis Quaid) e sua interlocutora (Olivia Wilde) para tirar parte da lógica da história e torná-la mais do que um romance best-seller. 

😉


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