bem estar

Cerca de 10% da população brasileira sofre de diabetes. A doença ocorre em duas formas básicas: o tipo 1, que afeta crianças e adolescentes e representa entre 5% e 10% do total dos portadores do problema, e o tipo 2, mais comum, que atinge adultos. Em geral, esta segunda modalidade afeta pessoas com mais de 40 anos. Embora não haja estatísticas que revelem a incidência exata, nos últimos anos, os especialistas têm observado que a doença tem afetado cada vez mais, crianças e adolescentes.”

Domingo, 14/11, foi o dia mundial do diabetes. Eu já tinha falado sobre a data no Mãe com filhos, contando que tenho estado atenta à causa porque minha mãe tem tratado sua diabetes nos últimos anos, o que me aproxima de forma inexorável do tema – que, em caso de diagnóstico, deve ser encarado de frente por todas as famílias. Felizmente há tempos a notícia de que se é portador de diabetes não assusta tanto, mas traz mudanças importantes em hábitos e estilo de vida – lembrando que é plenamente possível conviver com a doença com qualidade e com alegria de viver, usando a diabetes com ponto de partida para mudanças que já se faziam necessárias e que só trazem ganhos à rotina e à saúde.

O que é afinal diabetes?

Gostei de uma explicação simples que li: “uma falha no transporte da glicose para dentro das células”, daí a necessidade de ajudar o corpo com controle a oferta de glicose no sangue e a ajuda externa para receber ou produzir mais insulina para executar o transporte da glicose necessária à sobrevivência para dentro de nossas células.

Minha mãe está nesta fase: há alguns anos usa medicamentos, naturais ou sintéticos, para reduzir os índices de glicemia e, há cerca de dois meses, passou a usar doses diárias de insulina. O medicamento lhe fez muito bem, mas o que está mudando mesmo a saúde de mamãe é ter adotado também uma dieta personalizada (preparada e acompanhada por @simonezelner, grande amiga e excelente nutricionista de Curitiba), que lhe faz mudar (espero que em definitivo) seus hábitos alimentares.

Tdo diabético sabe que tem que reduzir o consumo de doces e massas, alimentos ricos em glicose e em carboidratos que também se transformam em glicose dentro do corpo. Mas como abrir mão do que é tão gostoso e traz bem estar imediato? O importante é observar o quanto estes alimentos nos ajudam a lidar com a ansiedade, o medo, a tolerância à frustração – e os limites impostos por uma dieta. É preciso força de vontade e decisão firme de mudar a rotina, não só no que diz respeito à alimentação, mas à forma como tratamos nosso corpo ao longo do dia.

A primeira forma de auxiliar o corpo a conviver bem com a diabetes depende exclusivamente da aquisição de hábitos saudáveis de vida. Mudanças simples como respirar livremente, se alimentar adequadamente, dormir bem, beber água com prazer, movimentar-se com alegria e ter pensamentos saudáveis são tão fundamentais para equilibrar nosso corpo e nosso espírito quanto a dosagem correta de insulina necessária ao funcionamento adequado do organismo.”

Um plus para melhorar sua qualidade de vida

Dar muita atenção à ingestão diária de água, mastigar bem e comer pausadamente (se possível, eu acrescentaria, sem jornal na TV no horário das refeições e evitando assuntos que aborreçam), tendo cuidado com o descanso (até com uma boa rotina para garantir uma boa noite de sono), estabelecer um horário para uma pausa diária (uma reflexão, oração, leitura), manter ativa sua vida social, e, no casos dos já aposentados (como mamãe), participar de algum trabalho social.

E o dia mundial do diabetes?

Ao redor do mundo profissionais da saúde, associações, diabéticos, familiares de diabéticos estão empenhados em divulgar o tema: Diabetes – Educar para prevenir. O objetivo é chamar a atenção para criação de estratégias eficientes na prevenção e no monitoramento do diabetes. No site Glicemia online encontramos a declaração “Entender o impacto do diabetes na saúde e saber, na medida do possível, como evitar ou retardar o aparecimento do diabetes e suas complicações são fundamentais em todos os segmentos. E indico também uma visão mais humana da diabetes, visível no blog de uma comunicadora que convive com a diabetes e faz um bom radar do tema: Simples Assim, da @canaumann.

#ficaadica

P.S. E se o seu caso é de diabetes infantil, tratei do tema aqui.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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