Dia Mundial do Combate à AIDS

“No início da epidemia da Aids, a proporção de pessoas contaminadas era de 1 mulher para cada 25 homens.
Atualmente esta proporção é de quase uma mulher para cada homem.
A principal forma de contaminação pelo HIV é através de relações sexuais.
A casa 15 segundos, uma mulher é vítima de violência no Brasil e os principais agressores são maridos, namorados, companheiros ou ex.
A estimativa de casos de estupro no Brasil é de cerca de 100 mil casos por ano.
O isolamento e a falta de informação tornam as mulheres ainda mais expostas à violência e à contaminação pelo HIV.”

Dados do Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde para a Cartilha Mulheres e Violências da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Para não dizer que eu não falei no Dia de Combate à Aids.

Adão e Eva é o 1º filme da Campanha de 2009 realizada pela JWT-SP para o GAPA-BS (grupo de apoio à prevenção à aids da baixada santista). A produção conta com o apoio de diversos ilustradores de duas agências de artistas: a Bernstein&Andriulli, de NY, e a Möve, de SP, reunindo 11 artistas renomados (Gary Baseman, Tatiana Arocha, Alberto Cerriteño, Niark1, Lese Pierre, Lauren Gregg, Firmorama, Rafael Silveira, Diego Medina, Frederico Antunes e Jorge Galvão) participando gratuitamente do projeto, com artes criadas para uma linha de camisetas assinadas pelos artistas e para cinco peças de mídia impressa que integram a campanha.

Bom avisar: a gente não precisa concordar com a mensagem, mas sim ajudar a reverberar e divulgar a importância da prevenção. As peças publicitárias produzidas expõem o estilo e opinião própria dos artistas que pensaram cada qual a sua maneira, em situações com uma tensão sexual no ar, mas ilustraram seus personagens coroados por auréolas de camisinha, lembrando o público que para ser “puro” basta se proteger.

E para quem quiser ler dois ótimos sobre esta data, recomendo o de Simone Miletic (que fez um histórico da data e relembrou o #outubrorosa) e de Letícia Massula sobre o Risco de ser mulher (e contrair HIV) com respostas a duas perguntas muito pertinentes: “O que fazer nos casos de violência sexual?” e “Como saber se você está correndo risco de contrair HIV?”.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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