Vamos apoiar o Dia Mundial de Conscientização do Autismo? Basta vestir azul!

“Cerca de 2 milhões de brasileiros são portadores de autismo, muitos ainda sem diagnóstico”.

O Dia Mundial do Autismo foi criado pela ONU em 18/12/2007 para a conscientização desta síndrome que, segundo especialistas, afeta a maneira como 70 milhões de pessoas em todo o mundo se comunicam e interagem.

Como parte deste movimento de conscientização, a Rede Globo, em apoio, fez um filme que convoca todos que quiserem a vestir a cor azul, símbolo desse movimento. No comercial, imagens de crianças portadoras de autismo são “coloridas” de azul. Criado pela Central Globo de Comunicação, o vídeo vai ao ar nos intervalos comerciais da emissora com a assinatura: “Cidadania. A gente vê por aqui”.

Várias cidades apoiam a data como forma de esclarecer a população sobre a convivência e a integração dos autistas e suas famílias na sociedade. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, será iluminado de azul nos dias 1 e 2 de abril, além da Ponte Estaiada, em São Paulo, e vários outros monumentos e prédios do país. Em Portugal, monumentos e prédios, como a Torre dos Clérigos e a estátua do Cristo Rei em frente a Lisboa também serão iluminados de azul para a data.

Em Curitiba, a querida amiga Simone Zelner e a União de Pais Pelo Autismo (UPPA) e o Centro Conviver organizam hoje às 147h, no Parque Barigui, um piquenique seguido de uma Caminhada pelo Autismo. Vistam roupas azuis e balões azuis! Tragam um lanche para seu filho, colchonetes, brinquedos e o que mais for necessário para comemorar conosco! E amanhã, 02/04, eles estarão com uma barraca na Rua XV de Novembro (na Boca Maldita), das 9h, às 13h, oferecendo informações e conscientizando a população. Também no sábado, às 18h30, os jogadores e a diretoria do Coritiba Foot Ball Clube, farão uma homenagem no início do jogo contra o Rio Branco de Paranaguá – jogo do Campeonato Paranaense, que acontecerá no Estádio Couto Pereira.

P.S. Um dos meus posts mais antigos sobre autismo é de quando conheci a Simone Zelner, hoje uma das minhas melhores amigas, numa comunidade de orkut, em 2006/2007. Eu contava dela, do Gabi e lembrava de outras crianças autistas que conheci no post Preconceito e Neofobia.

“Já tive um vizinho autista quando meus filhos eram bebês e lembro bem de como a familia era afetuosa com ele e da importância que a escola e os amigos tinham no seu cotidiano. Também tive uma amiga (de quando trocava cartas e não e-mails com desconhecidos, os penfriends) cujo filho autista era adulto e não tivera o mesmo tratamento, vivendo numa espécie de clausura, à qual a mãe era, inevitavelmente, submetida também. Uma diferença grande de enfoque que mostra como já evoluímos. Simone é um exemplo destas novas mães, citadas tão recentemente em matérias das revistas ÉpocaSeleções e no programa Oprah Winfrey Show. Ela é nutricionista, por isso ligada à área biomédica e se divide na visão de profissional e mãe de autista. Mas tem uma visão critica que vai além de ambos os papeis, o que admiro muito nela.”

[update]
Outras ações:

[/update]

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook