Dia das mães offline

Tenho várias amigas virtuais mães e desejo que tenham passado um domingo delicioso com seus familiares ontem. O Dia das Mães aqui foi completamente offline, passeando com meus amores na companhia de meus sogros, que vieram de Curitiba para passar conosco o aniversário do Enzo – hoje meu filho mais velho completa oito anos! Tomamos café da manhã na Cepam (na Vila Prudente), passeamos de Maria Fumaça no Museu da Imigração e conferimos novamente a exposição O Florescer das Artes no Período Edo na Pinacoteca antes de almoçarmos no Bar Mooca. Um dia que agradou às duas mães da família. No almoço uma pequena surpresa: no lugar do tradicional mapa das ruas do bairro o papel que faz as vezes de toalha americana para o prato tinha uma poesia atribuída a Mário Quintana que transcrevo abaixo. Tem as palavras que meus baixinhos me falariam:

Mãe… são três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

P.S. Meus agradecimentos à querida Veridiana Serpa que fez um post gentil sobre o Dia das Mães no qual elencou algumas mães blogueiras – muitas amigas minhas – e me incluiu na lista! 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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