Dia das avós


Quem teve uma avó carinhosa já sorri ao ver este título. Gente de sorte teve duas. Não convivi com os avós, mas tive uma Batian (vó em japonês), Bisavó, Tataravó e uma Vó Gorda. Era assim que chamávamos minha avó Maria Augusta, mãe da minha mãe, uma pessoa cujo amor ainda está presente no meu dia a dia, mesmo 19 anos depois de seu falecimento. O amor fica sempre presente em nós, tanto a ausência de amor quanto a presença dele nos marcam de forma indelével. Novos ramos podem surgir nas nossas árvores, até enxertos (assim meu sogro se refere a mim e os outros genros e nora), mas não podemos trocar as raízes. E as raízes são os avós. 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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