a vida quer

metro_interna.jpgHoje o Nossa Via me trouxe uma surpresinha. Como é bom quando os autores testam novas tags! Bem que eu disse em Mitos do amor intenso que as redes libertam os escritores dos grilhões que os blogs temáticos impõem! Babi Franzin, que escreve no Velocidade sobre automobilismo, tratou hoje, num texto leve e reflexivo, da nossa atitude frente aos pedintes que se apresentam e discursam no tranporte coletivo paulistano, perguntando Em quem podemos acreditar?

Já me deparei várias vezes (não diariamente, como Babi, admito) com estes vendedores de sofrimento e misérias no metrô e eles me lembram Deus lhe pague, de Joracy Camargo. Várias frases deste famoso texto de dramaturgia brasileira, que sempre se relaciona a Procópio Ferreira, são marcantes e explicam, ainda de forma atual, nossa sociedade. Li o texto no ginásio, confesso que não lembro mais de detalhes, mas ainda lembro da idéia: “Foi assim que me tornei milionário”, com o mendigo profissional contando como a culpa das pessoas mantém uma indústria de misérias humanas.

Será certo ou não ajudar?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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